Hj eu finalmente realizei meu sonho mais sujo. Meu nome é Carla, tenho 26 anos, e sempre fui a garota certinha no trabalho de escritório, mas à noite eu surfo em sites de BDSM procurando um homem de verdade pra me quebrar. Foi ai que achei o Marcos, 32 anos, perfil cheio de fotos dele com cordas e chicotes, olhos frios que me deixaram molhada só de ver. Marcamos de nos encontrar no apê dele, um lugar discreto no centro da cidade, quarto preparado pra isso: cama king com ganchos nas cabeceiras, prateleiras com brinquedos pretos brilhantes. Eu cheguei de salto alto, saia curta preta e blusa decotada, coração batendo forte. Ele abriu a porta de calça jeans e camisa social aberta no peito peludo, sorriso sádico. "Entra, puta. Hoje vc é minha."
Ele nem me deu tempo de sentar. Me agarrou pelo cabelo e me puxou pro quarto, porta fechada com chave. "Tira tudo menos a calcinha. Agora." Obedeci tremendo, sentindo o ar gelado nos peitos durinhos. Ele pegou uma coleira de couro preta com spikes, travou no meu pescoço e puxou a guia. "De joelhos, cadela. Olha pro seu senhor." Caí no tapete macio, olhos no chão como ele mandou. Ele abriu a calça, rola grossa e veiuda saltando pra fora, já meia dura. "Chupa pra me agradar." Eu abri a boca gulosa, lambi a cabeça salgada, engoli devagar enquanto ele gemia baixo, mão no meu cabelo guiando o ritmo. "Mais fundo, sua vadia. Engole tudo." Eu forcei, garganta apertando, baba escorrendo, mas ele não gozou. Parou e me levantou pela coleira. "Na cama. Mãos na cabeceira."
A cama era macia, lençóis pretos. Ele pegou algemas de metal frio, prendeu meus pulsos nos ganchos acima da cabeça, braços esticados. Eu tava de barriga pra baixo, bunda empinada, calcinha enfiada no reguinho molhado. "Vc quer dor, né? Diz pro seu senhor." "Sim, senhor! Me castigue, por favor!" Ele riu rouco e pegou o chicote de couro trançado da mesa. Primeiro golpe na bunda, estalo alto, dor queimando como fogo. Eu gritei, corpo se contorcendo, mas as algemas seguravam firme. "Conta, puta. Um." "Um, senhor!" Segundo, mais forte, pele ardendo vermelha. "Dois!" Ele acertou dez vezes, alternando nádega esquerda e direita, cada tapa me fazendo pingar mais na calcinha. Minha buceta latejava, misturando dor e tesão insano. "Boa cadela. Agora vc merece pau."
Ele rasgou minha calcinha com as mãos, jogou pro lado. Me virou de costas com um puxão nos quadris – eu gemi alto, braços ainda algemados esticados. Pernas abertas, ele se posicionou entre elas inclinando o corpo, rola roçando minha entrada encharcada. Mas não fodeu ainda. Pegou a mordaça de bola vermelha, enfiou na minha boca, travou atrás da cabeça. "Não quero ouvir gritaria, só gemidos de vadia." Eu babava já, olhos implorando. Ele chicoteou de leve meus peitinhos, mamilos duros implorando toque, depois desceu pro grelo exposto. Cada estalo me fazia arquear as costas, correntes tilintando. "Vc é minha escrava agora. Vou te foder até implorar misericórdia."
Ele se posicionou, rola grossa na entrada da buceta. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, me preenchendo toda. Eu gemi abafado pela mordaça, boceta apertando ele como luva. Ele começou devagar, saídas e entradas profundas, mãos apertando minha cintura. "Sente meu pau te rasgando, puta?" Acelerou, cama rangendo, peitos balançando a cada estocada. As algemas puxavam meus braços, imobilizando total, eu só podia receber. Ele se inclinou, mordeu meu pescoço marcado pela coleira, depois pegou o chicote e chicoteou de leve as coxas enquanto metia forte. Meu corpo tremia, orgasmo subindo rápido – primeiro veio como onda, buceta pulsando no pau dele, gemendo alto mas abafado, baba escorrendo no travesseiro.
Ele não parou. "Ainda não acabei com vc." Desalgemou os dois pulsos rápido, mas logo prendeu um de novo na cabeceira. Me virou de lado, perna levantada no ombro dele, mordaça ainda no lugar. Entrou de novo nessa posição, pau batendo fundo no ângulo novo, roçando o ponto G sem piedade. "Olha pra mim, cadela. Vê quem te possui." Seus olhos escuros me devoravam enquanto socava, suor pingando nos meus peitos. Eu gozei de novo, mais forte, unhas cravando no lençol com o braço livre. Ele grunhiu, velocidade insana, bolas batendo na minha bunda.
"Quero te foder de quatro como a cachorra que vc é." Tirou a mordaça – eu ofegava, boca inchada. "Obrigada, senhor!" Ele destravou as algemas, mas deixou a coleira. "Empina essa bunda." De quatro no centro da cama, joelhos afundando no colchão, ele me puxou pela guia como rédea. Entrou por trás, uma mão no quadril, outra chicoteando as costas baixas. "Rebola pra mim, puta!" Eu obedeci, quadris girando, pau dele me esticando toda. Ele metia selvagem, puxando a coleira pra trás, me forçando arquear. "Diz que ama ser minha escrava." "Eu amo, senhor! Sou sua cadela pra sempre!" O ritmo era brutal, cama batendo na parede, meu grelo inchado roçando o lençol a cada ida.
Ele me jogou de bruços de novo, montou nas costas, pau escorregando de volta na buceta ensopada. Algemou pulsos atrás das costas dessa vez, corpo colado no dele, peitos esmagados no colchão. "Vai gozar dentro de mim, senhor? Me enche!" Ele rosnou sim, estocadas finais profundas, corpo tenso. Gozou jorrando quente, enchendo minha buceta até transbordar, gemendo no meu ouvido "Boa puta... tomou tudo." Ficou dentro um minuto, pulsando, antes de sair devagar, porra escorrendo pelas coxas.
Ele me destravou tudo, tirou a coleira com carinho agora. Me abraçou na cama suada, beijando a testa marcada de vermelho. "Vc foi perfeita, Carla. Já quer de novo amanhã?" Eu sorri exausta, corpo doendo gostoso. "Sim, senhor. Sou sua pra sempre." Saí dali mancando um pouco, mas com alma preenchida. Hj eu sei: submissão é meu vício. E ele é meu mestre.

