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A Noite do Chefe
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A Noite do Chefe

ConfidenciaSensual
ConfidenciaSensual
15 de julho de 2025
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#poder
#submissão
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8 min

Oi, eu sou a Juliana, ou melhor, Juh, como alguns me chamam. Tenho 33 anos, sou secretária numa empresa de contabilidade aqui no centro de São Paulo. Sou ruiva, tenho a pele clara com umas sardas que eu acho que dão um charme, 1,68m de altura e olhos verdes que, segundo uns amigos, entregam tudo que eu sinto. E olha, eu sinto muito, às vezes até demais. Sou daquele tipo que hesita, que pensa mil vezes antes de fazer algo, mas quando o tesão bate, meu Deus, eu perco o controle. E é sobre uma dessas vezes que eu quero contar hoje.

Trabalho há uns três anos nessa empresa, e meu chefe, o Sr. Roberto, é um cara de uns 50 e poucos anos, casado, pai de dois filhos, todo sério no dia a dia. Ele é alto, tem um porte de quem já foi atleta na juventude, mas agora tá mais pra um coroa charmoso, com uns fios grisalhos no cabelo preto e um olhar que, confesso, sempre me deixou meio nervosa. Não sei se é o jeito autoritário dele ou o fato de ele ser meu chefe, mas sempre tive uma atraçãozinha escondida por ele. Coisa que eu nunca ia admitir em voz alta, claro. Sou cheia de conflitos internos, fico me sentindo culpada por pensar essas coisas, mas o desejo é foda, né? Não tem como ignorar.

Era uma sexta-feira à noite, já passava das 20h, e eu tava no escritório terminando uns relatórios que o Sr. Roberto pediu com urgência. Todo mundo já tinha ido embora, só tinha eu e ele lá, cada um na sua sala. Eu tava exausta, com o cabelo meio bagunçado, a blusa social um pouco desabotoada por causa do calor, e as pernas cruzadas embaixo da mesa. De repente, ouço a porta da sala dele abrir e ele me chama:

— Juliana, pode vir aqui um momento?

Meu coração deu um salto. Não sei por quê, mas a voz dele sempre teve esse efeito em mim. Levantei, ajeitei a saia lápis que tava um pouco subida e fui até a sala dele, tentando parecer natural. Quando entrei, ele tava de pé, com a gravata frouxa, a camisa aberta no primeiro botão, e um copo de uísque na mão. O olhar dele desceu por mim de um jeito que eu senti na hora, como se tivesse me despido ali mesmo.

— Senta aí, Juliana. Quero conversar sobre o relatório... e sobre outras coisas — ele disse, com a voz grave, apontando pra cadeira na frente da mesa dele.

Sentei, cruzando as pernas de novo, e senti um calor subindo pelo meu corpo. Tava nervosa, mas também curiosa. Que “outras coisas” seriam essas? Começamos a falar do relatório, mas eu percebia que ele tava distraído, olhando pros meus olhos, depois pro meu decote, e voltando pros olhos de novo. Eu não sabia se era coisa da minha cabeça ou se ele tava mesmo me secando. Meu coração tava batendo tão forte que achei que ele ia ouvir.

— Você é muito dedicada, Juliana. Sempre admirei isso em você — ele falou, de repente, se inclinando um pouco pra frente. — Mas às vezes me pergunto se você não guarda outros... talentos.

Eu engoli em seco. “Talentos”? O que ele queria dizer com isso? Meu lado certinho queria responder algo profissional, mas o tesão que tava crescendo dentro de mim falou mais alto. Eu sorri de leve, meio sem graça, e respondi:

— Depende do que o senhor tá querendo saber, Sr. Roberto.

Ele riu, um riso baixo, quase malicioso, e se levantou da cadeira, contornando a mesa e parando bem na minha frente. Ele tava tão perto que eu podia sentir o cheiro do uísque no hálito dele misturado com o perfume amadeirado que ele usa. Meu corpo inteiro tava em alerta, minha buceta já começando a pulsar só com a proximidade.

— Acho que você sabe o que eu quero saber, Juliana. Não sou cego. Vejo como você me olha às vezes — ele disse, a voz quase um sussurro, enquanto se abaixava um pouco pra ficar na altura dos meus olhos.

Eu congelei. Ele tinha percebido? Meu Deus, que vergonha. Mas ao mesmo tempo, que tesão! Eu não sabia o que fazer, se levantava e saía dali ou se deixava rolar. Antes que eu pudesse decidir, ele colocou a mão no meu queixo, levantando meu rosto pra olhar pra ele.

— Relaxa. Ninguém precisa saber de nada. Só a gente aqui, agora — ele falou, e eu senti um arrepio descer pela espinha.

Eu sabia que era errado. Ele era casado, meu chefe, e eu não era esse tipo de mulher. Mas, caralho, eu tava com tanto tesão que não consegui resistir. Meus olhos desceram pros lábios dele, e antes que eu pudesse pensar direito, ele me puxou pra um beijo. Um beijo forte, urgente, com gosto de uísque e pecado. A língua dele invadiu minha boca, e eu gemi baixinho, me entregando.

As mãos dele desceram pro meu pescoço, depois pros meus ombros, e em questão de segundos ele tava abrindo mais os botões da minha blusa, expondo meu sutiã de renda preta. Ele parou o beijo só pra olhar, com um brilho de desejo nos olhos.

— Porra, Juliana, você é gostosa pra caralho — ele murmurou, e eu senti minha buceta ficar ainda mais molhada só de ouvir isso.

Eu tava perdida. Não tinha mais volta. Levantei da cadeira, e ele me empurrou de leve contra a mesa, me fazendo sentar na borda. Ele ficou entre as minhas pernas, e eu senti a pica dele dura por baixo da calça, roçando na minha coxa. Meu Deus, eu queria aquilo. Queria sentir ele me foder ali mesmo, naquela sala onde eu passo o dia todo trabalhando.

— Sr. Roberto, a gente não devia... — tentei dizer, mais por culpa do que por vontade de parar.

— Shh, não fala nada. Só sente — ele cortou, enquanto abria o zíper da minha saia e a puxava pra baixo, deixando só minha calcinha de renda preta.

Ele se ajoelhou na minha frente, e eu quase gozei só de imaginar o que vinha a seguir. Ele afastou a calcinha pro lado e passou a língua na minha buceta, devagar, me fazendo soltar um gemido alto. Caralho, como ele sabia chupar! Ele lambia meu clitóris com vontade, enquanto eu segurava a borda da mesa, tentando não gritar.

— Gostosa, você tá toda molhada pra mim — ele falou, entre uma lambida e outra, e eu só consegui gemer em resposta.

Depois de uns minutos, eu tava quase gozando, mas ele parou de repente e se levantou, abrindo a calça. Quando vi a pica dele, dura, grossa, apontando pra mim, meu corpo inteiro tremeu de vontade. Ele pegou um preservativo na carteira — ainda bem, porque eu não tava pensando em nada naquela hora — e colocou rápido, antes de me puxar pra mais perto.

— Quero te foder agora, Juliana. Você quer isso, não quer? — ele perguntou, com a voz rouca, enquanto roçava a cabeça da pica na entrada da minha buceta.

— Sim, porra, eu quero. Me fode, vai — respondi, sem nem pensar, completamente entregue.

Ele não esperou mais. Enfiou tudo de uma vez, e eu soltei um grito abafado, sentindo ele me preencher. Ele começou a meter com força, segurando minhas coxas, enquanto eu gemia alto, sem me importar se alguém ouvia. A mesa rangia com cada estocada, e o som da nossa pele batendo era a coisa mais excitante que eu já tinha ouvido.

— Isso, geme pra mim, sua putinha. Tava querendo isso há quanto tempo? — ele falou, e eu senti um misto de vergonha e tesão com aquelas palavras. Ele sabia que eu tava na mão dele, e eu tava adorando ser dominada.

— Há muito tempo... caralho, não para — respondi, ofegante, sentindo o orgasmo se aproximando.

Ele acelerou, metendo mais fundo, e eu gozei com um grito, meu corpo tremendo inteiro. Ele não parou, continuou fodendo até gozar também, com um grunhido baixo, segurando minha cintura com força.

Depois disso, ficamos ali, ofegantes, sem falar nada por uns minutos. A realidade começou a bater. O que a gente tinha feito? Ele era casado, eu era a secretária dele. Me senti uma merda, mas ao mesmo tempo... que tesão tinha sido. Ele se arrumou, ajeitou a calça e me olhou, sério de novo, como se nada tivesse acontecido.

— Isso fica entre a gente, Juliana. Entendido? — ele disse, com aquele tom de chefe que me fazia tremer.

— Entendido, Sr. Roberto — respondi, baixinho, enquanto vestia minha saia e abotoava a blusa com as mãos ainda tremendo.

Saí da sala dele com as pernas bambas, o coração disparado e a cabeça cheia de culpa. Voltei pra minha mesa, terminei o relatório como se nada tivesse acontecido, mas a verdade é que eu sabia que nunca ia esquecer aquela noite. E, pior, eu sabia que queria de novo, mesmo sabendo que era errado.

Agora, toda vez que vejo o Sr. Roberto no corredor, trocamos um olhar que diz tudo. Não sei se vai rolar de novo, mas só de pensar nisso, meu corpo já reage. Sou uma bagunça de sentimentos, mas uma coisa eu sei: aquele homem mexeu comigo de um jeito que eu nunca vou esquecer.

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