0%
A Noite que Me Entreguei no Barzinho da Esquina
Conto

A Noite que Me Entreguei no Barzinho da Esquina

EncantosDeMel
EncantosDeMel
15 de julho de 2025
56 visualizações
#sedução
#submissão
#sexo em público
Views
56
Likes
1
Tempo
5 min

Oi, gente, meu nome é Carolina, tenho 32 anos e vou contar uma história que aconteceu comigo há uns meses atrás, e que até hoje me deixa com as pernas bambas só de lembrar. Tô aqui escrevendo com o coração acelerado, pq nunca imaginei que ia viver algo tão intenso e, ao mesmo tempo, tão fora do controle. Sou uma mulher curiosa, sempre gostei de provocar, de sentir aquele frio na barriga de estar no comando, mas também adoro me entregar, sabe? Deixar o outro tomar as rédeas e só sentir o tesão me dominar. Então, bora lá, que essa história tem fogo!

Tudo começou numa sexta-feira à noite, depois de uma semana daquelas de trabalho que te deixa com vontade de tacar o computador pela janela. Eu tava precisando relaxar, sentir o sangue pulsar de um jeito diferente. Moro num bairro aqui em São Paulo que tem um barzinho na esquina, desses bem roots, com mesinhas na calçada, pagode ao vivo e um monte de gente animada. Coloquei um vestido preto coladinho, que marca tudo o que tem que marcar, e um salto alto que deixa minha bunda empinadinha – eu sei que chamo atenção, e gosto disso, confesso. Pensei: “Hoje eu vou provocar, mas se rolar algo mais, tô dentro!”

Cheguei no bar por volta das 22h, pedi uma caipirinha e fiquei ali, de boa, curtindo a música e observando o movimento. Não demorou muito pra um cara reparar em mim. Ele tava numa mesa com uns amigos, mas o olhar dele não desgrudava do meu. Moreno, alto, com uma camisa polo que deixava os braços definidos à mostra. Meu tipo, sabe? Comecei a jogar charme, cruzando as pernas devagar, sorrindo de canto de boca, tomando um gole da caipirinha e olhando por cima do copo. Ele entendeu o recado na hora. Veio até minha mesa, com aquele jeitão confiante, e perguntou se podia sentar. Eu, toda provocante, disse: “Pode, mas só se tu aguentar o tranco, porque eu não sou fácil não.”

Ele riu, se apresentou como Thiago, e a conversa fluiu que nem água. Falamos de tudo, do trabalho chato, das besteiras da vida, e, claro, o papo foi esquentando. Ele começou a falar mais baixo, mais perto do meu ouvido, e eu sentia o calor do hálito dele na minha nuca. Caralho, que tesão! Eu já tava molhada só com aquilo, mas queria mais, queria sentir ele me pegando com força, me dominando. Então, num impulso, falei: “E aí, Thiago, tu só fala ou vai me mostrar que é homem de verdade?” Ele me olhou com um fogo nos olhos, pegou minha mão e disse: “Vem comigo, Carol, que eu vou te mostrar o que é foder de verdade.”

Saímos do bar e fomos pro carro dele, que tava estacionado numa ruazinha ali perto, mais escura, longe da muvuca. Meu coração tava a mil, mas eu tava louca de vontade. Entrei no banco de trás com ele, e mal fechei a porta, ele já tava me puxando pro colo dele, me beijando com uma fome que eu nunca vi. A boca dele era quente, a língua invadindo a minha, e as mãos apertando minha bunda por baixo do vestido. Eu gemia baixinho, não conseguia me controlar, e ele parecia gostar disso, porque sussurrava no meu ouvido: “Geme mais, safada, que eu quero ouvir tu se entregando pra mim.”

Eu tava entregue mesmo, completamente submissa àquele desejo. Ele abriu o zíper da calça, e eu senti o volume dele, duro, pulsando contra mim. Tirei o vestido rapidinho, ficando só de calcinha, e ele me olhou com uma cara de quem ia me devorar. “Porra, Carol, tu é gostosa pra caralho”, ele disse, e começou a chupar meus peitos com uma força que me fez arquear as costas. Eu gemia alto agora, não tinha como segurar, e ele parecia se excitar mais ainda com isso. Pedi pra ele me pegar com força, que eu queria sentir tudo, e ele não pensou duas vezes. Tirou minha calcinha, me virou de costas, e eu senti ele entrando em mim, devagar no começo, mas logo metendo com tudo.

Cada estocada era um choque de prazer, e eu gemia sem parar, pedindo mais, dizendo que queria ser dele ali, naquele momento. Ele segurava meu cabelo, puxava de leve, e falava coisas no meu ouvido que me deixavam ainda mais louca: “Tu gosta de ser minha putinha, né? Então toma, toma tudo!” Eu só conseguia responder com gemidos, sentindo meu corpo tremer inteiro. O carro balançava, os vidros tava embaçados, e a gente nem se importava se alguém ia ouvir ou ver. Era só tesão, só desejo, só a gente ali, se entregando ao instinto.

Não sei quanto tempo durou, mas quando chegou no auge, eu senti um calor me invadindo, e ele gozou junto comigo, os dois ofegantes, suados, sem fôlego. Fiquei ali no colo dele um tempo, ainda sentindo os espasmos do prazer, e ele me abraçou, beijando meu pescoço. Depois, a gente se arrumou, riu da situação, e ele me levou de volta pro bar, como se nada tivesse acontecido. Mas eu sabia que aquela noite ia ficar marcada na minha memória pra sempre.

Voltei pra casa com um sorriso no rosto, o corpo ainda quente, e uma vontade de repetir tudo de novo. Thiago pegou meu número, e a gente ainda se fala de vez em quando. Quem sabe rola outra aventura? Por enquanto, fico só lembrando dessa noite, e cada vez que penso, sinto aquele fogo subindo de novo. E aí, o que acham? Tô louca ou só vivendo a vida como ela tem que ser vivida? Kkkk.

---

Avalie este conto

O que você achou dessa história?

Média: 4.5 (2 avaliações)

Comentários (0)

Discussão (0)

Carregando comentários...
Nenhum comentário ainda.
Junte-se a nós

Crie sua conta grátis
e acesse tudo.

A Noite que Me Entreguei no Barzinho da Esquina - Conto Erótico | ContosHot | ContosHot