Oi, gente, meu nome é Juliana, tenho 33 anos, e tô aqui pra contar uma história que aconteceu comigo há uns meses atrás e que até hoje me deixa com as pernas bambas só de lembrar. Desculpem se eu errar alguma coisa no português, mas é que eu escrevo como falo, bem direto mesmo, sem frescura. Então, bora lá.
Eu sou uma mulher que sempre teve curiosidade de experimentar umas coisas, sabe? Nunca fui muito de me prender, mas também não sou de sair fazendo loucura toda hora. Só que tem dia que o tesão fala mais alto, e aí, foda-se, eu me jogo. E foi exatamente isso que aconteceu naquela sexta-feira. Eu tava num momento meio assim, hesitando se ia ou não pra balada com as amigas, porque tava cansada do trampo, mas uma delas, a Carol, me convenceu. “Ju, vai, tu precisa de um rolê pra desestressar, quem sabe tu não pega um cara gostoso hoje?” Eu ri, mas por dentro já tava imaginando umas parada.
Cheguei na balada, um lugarzinho aqui no centro de São Paulo, lotado, luzes piscando, som estourando os ouvidos. Coloquei um vestidinho preto colado, que marcava tudo, e uma sandália de salto que deixava minha bunda bem empinadinha. Tava me sentindo gostosa, confesso. Comecei a beber um pouco, umas caipirinhas pra relaxar, e logo tava dançando no meio da pista com as meninas. De repente, senti um olhar me queimando. Era um cara, moreno, alto, com uma cara de safado que só de olhar já dava pra ver que sabia o que queria. Ele tava encostado no bar, com uma cerveja na mão, me encarando sem disfarçar.
Fiquei meio sem jeito no começo, mas o tesão começou a crescer dentro de mim. “Será que eu vou falar com ele? Será que ele vem falar comigo?” Eu pensava, enquanto mexia o quadril no ritmo da música, quase que chamando ele com o corpo. Não deu outra, o cara veio. “Oi, gata, cê dança muito bem, sabia?” Ele falou com uma voz grave, que já me arrepiou toda. Eu sorri, meio tímida, mas respondi: “Brigada, mas cê também não tá nada mal te olhando aí de longe.” Ele riu, e a gente começou a conversar.
O nome dele era Diego, 29 anos, um cara que trabalhava com construção, mãos grossas, braço forte, o tipo que parece que vai te pegar no colo e te foder sem dó. A conversa fluiu, a química tava ali, e a cada gole de bebida a gente ficava mais perto. De repente, ele chegou no meu ouvido e falou: “Cê é muito gostosa, Juliana, tô com um tesão do caralho em você.” Meu coração disparou, minha buceta até deu uma pulsada só de ouvir aquilo. Eu, que sempre fui meio na minha, não sabia o que responder, mas o corpo respondeu por mim. Encostei mais nele, sentindo o volume da pica dele na calça jeans, e sussurrei: “Então, faz alguma coisa sobre isso.”
Não demorou muito pra gente se pegar ali mesmo, no canto da pista. Um beijo quente, molhado, com gosto de cerveja e tesão. As mãos dele apertavam minha bunda com força, e eu tava louca, passando a mão no peito dele, querendo mais. “Bora pra um lugar mais reservado?” Ele perguntou, com a voz rouca. Eu assenti, sem nem pensar direito, só querendo sentir aquela pica dentro de mim.
A gente foi pro banheiro da balada, um lugar meio sujo, mas naquela hora eu nem liguei. Ele trancou a porta de uma das cabines, e já foi me encostando na parede, levantando meu vestido e enfiando a mão na minha calcinha. “Porra, cê tá molhadinha já, sua puta,” ele falou, enquanto dedilhava minha buceta com uma pressão que me fazia gemer alto. Eu tava entregue, só queria gozar, só queria sentir ele me possuindo. “Me fode, vai, tô precisando disso,” eu pedi, quase implorando.
Ele não perdeu tempo. Baixou a calça, e quando vi aquela pica dura, grossa, apontando pra mim, quase desmaiei de vontade. Ele colocou um camisinha rapidinho, me virou de costas, e meteu com tudo. Eu soltei um grito abafado, sentindo cada centímetro me preenchendo, enquanto ele segurava meus cabelos e socava com força. “Gosta assim, né, sua safada?” Ele falava no meu ouvido, e eu só gemia, dizendo que sim, que queria mais, que tava uma delícia.
A gente ficou ali, naquela loucura, ele me fodendo como se não tivesse amanhã, e eu gozei tão forte que minhas pernas tremeram. Ele também não aguentou muito depois disso, deu umas bombadas mais fortes e gozou, me segurando com força contra a parede. Ficamos ali uns segundos, ofegantes, suados, com o cheiro de sexo no ar. Depois, a gente se arrumou rapidinho, rindo um pouco da situação, e voltamos pra pista como se nada tivesse acontecido.
No final da noite, trocamos número, mas nunca mais nos vimos. Não sei se foi só uma transa de uma noite ou se eu podia ter algo mais com ele, mas, sinceramente, naquela hora eu só queria aquilo: tesão puro, sem compromisso. Até hoje, quando penso naquela noite, sinto minha buceta ficar molhada de novo. Foi uma das melhores fodas da minha vida, sem dúvida.

