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A Vizinha Safada do Prédio
Conto

A Vizinha Safada do Prédio

ApaixonadoPorHomens
ApaixonadoPorHomens
15 de julho de 2025
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#vizinha
#tesão
#sexo casual
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5 min

Oi, gente, meu nome é Henrique, tenho 32 anos, e to aqui pra contar uma história que rolou comigo tem umas semanas. Tô ligado que vocês curtem um relato bem safado, então vamo lá, sem enrolação. Eu moro num prédio meio antigo aqui no centro da cidade, e tem uma vizinha, que vou chamar de Carol, que é uma gostosura do caralho. Ela é morena, tem um rabo que não cabe na calça jeans, e uns peitos que parece que vão pular pra fora da blusa. Eu sempre trocava umas olhada com ela no elevador, mas nunca rolava nada, só aquele clima de tesão no ar, sabe? Até que um dia a coisa esquentou de verdade.

Era um sábado de noite, eu tava de boa em casa, só de cueca, tomando uma breja gelada e vendo um filme qualquer na TV. De repente, ouço uma batida na porta. Quando abro, é a Carol, toda arrumada, com um vestidinho preto colado no corpo, o cheiro dela de perfume doce me deixou logo com o pau meia bomba. Ela falou que tava sem açúcar em casa e perguntou se eu não tinha um pouco pra emprestar. Eu, esperto que sou, disse que tinha, mas que ela podia entrar e esperar enquanto eu pegava, porque tava um calor da porra lá fora.

Ela entrou, sentou no sofá, cruzou as pernas de um jeito que quase dava pra ver a calcinha, e eu já tava suando, não de calor, mas de vontade de meter a mão naquela bucetinha. Peguei o açúcar, mas ao invés de dar logo, puxei papo, perguntei se ela tava sozinha em casa, essas coisas. Ela riu, disse que sim, que o namorado dela viajava muito e que tava carente de atenção. Caralho, quando ela disse isso, meu pau ficou duro na hora, parecia que ia rasgar a cueca.

Eu não sou de perder chance, então cheguei mais perto, sentei do lado dela e falei no ouvido: “Se tá carente, eu posso te ajudar com isso, hein, safada”. Ela deu um sorrisinho de canto de boca, mordeu o lábio e disse: “É mesmo? Então mostra o que tu tem pra mim”. Mano, eu não pensei duas vezes, já meti a mão na coxa dela, subi devagar, sentindo aquela pele macia, e quando cheguei na calcinha, tava molhadinha já. Ela gemeu baixinho, e eu sabia que ali o bagulho ia pegar fogo.

Tirei o vestido dela rapidinho, e puta que pariu, que corpo era aquele, parecia uma deusa. Os peitos dela tava duros, os bicos apontando pra mim, pedindo pra serem chupados. Eu caí de boca neles, lambendo, mordendo de leve, enquanto a mão descia e brincava com a bucetinha dela por cima da calcinha. Ela gemia alto, puxava meu cabelo, pedia mais. “Henrique, me come, vai, tô com um tesão da porra”, ela falou, e eu quase gozei só de ouvir isso.

Tirei minha cueca, meu pau tava pulsando, duro como pedra, e ela olhou com uma cara de safada, pegou com a mão e começou a punhetar de leve, depois caiu de boca. Cara, que boquete foi aquele, ela chupava como se fosse a última coisa que ia fazer na vida, engolia tudo, lambia as bola, eu tava nas nuvens. Não aguentei muito, avisei que ia gozar, mas ela não parou, engoliu tudinho, me olhando nos olhos com cara de puta.

Depois disso, a gente não parou. Deitei ela no sofá, arranquei a calcinha, e meti a lingua naquela bucetinha molhada. Ela gritava, se contorcia, pedia pra eu não parar. “Chupa mais, Henrique, sua safado, me faz gozar”. E eu chupei até ela tremer inteira, gozando na minha boca. O gosto era doce, quente, eu tava louco de tesão.

Aí foi a vez de meter. Coloquei ela de quatro no sofá, aquele rabo empinado na minha frente, e meti o pau devagar, sentindo cada pedacinho daquela bucetinha apertada. Ela gemia alto, pedia mais forte, e eu socava com vontade, batendo na bunda dela, que ficava vermelha. “Me fode, vai, mete tudo, seu gostoso”, ela gritava, e eu tava no céu, sentindo aquele calor, aquele aperto. Mudei de posição, coloquei ela por cima, e ela cavalgava no meu pau como uma louca, os peitos balançando na minha cara, eu chupando enquanto ela rebolava.

A gente transou por horas, trocando de posição, no sofá, no chão, até na cozinha a gente foi parar. No final, gozei de novo, dessa vez dentro dela, porque ela pediu, disse que tava tomando remédio e que queria sentir tudo. A gente caiu exausto no sofá, suado, ofegante, rindo da putaria que a gente tinha feito.

Depois disso, toda vez que a gente se encontra no elevador, rola aquele olhar de quem sabe o que aconteceu. Ela já veio aqui mais umas duas vezes, e eu sei que isso não vai parar tão cedo. Essa vizinha é uma safada de primeira, e eu tô é adorando essa gostosura na minha vida.

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