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A Vizinha Safada Que Me Fez Perder o Controle
Conto

A Vizinha Safada Que Me Fez Perder o Controle

ApaixonadoPorHomens
ApaixonadoPorHomens
16 de julho de 2025
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#vizinha
#tesão
#sexo casual
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5 min

Oi, meu nome é Henrique, tenho 32 anos, e vou contar uma história que rolou comigo há uns meses atrás, que até hoje me deixa de pau duro só de lembrar. Sou um cara meio curioso, sabe, sempre querendo experimentar umas paradas novas, e quando o tesão bate, eu não penso muito, só vou na onda. Então, se prepara que essa história vai ser daquelas que te deixa com vontade de mais.

Moro num prediozinho aqui no interior de São Paulo, num bairro tranquilo, mas com uns vizinhos que, olha, tem cada figura. Tem uma mina, a Carol, que mora no apartamento da frente. Uma morena daquelas que tu olha e já pensa besteira. Uns 30 anos, corpão, bunda empinada que parece que foi desenhada, e uns peitos que, meu irmão, dá vontade de morder. Sempre que ela passava no corredor com aqueles shortinhos apertados, eu ficava vidrado, imaginando como seria meter o pau naquela bucetinha que parecia tão gostosa.

No começo, era só olhada mesmo. Eu ficava na minha, ela na dela. Mas um dia, tava eu na varanda tomando uma breja, de boa, quando vejo ela chegando com umas sacolas de mercado. O short tava tão colado que dava pra ver cada curva daquela gostosura. Eu, sem pensar duas vezes, soltei um “precisa de ajuda, vizinha?”. Ela olhou pra mim, deu um sorrisinho de canto de boca, tipo safada, e falou “se quiser, tô aceitando”. Meu coração já disparou, e o pau começou a dar sinal de vida ali mesmo.

Subi com ela até o apê dela, carregando as sacolas. Chegando lá, ela me ofereceu um copo d’água, mas enquanto eu bebia, percebi que ela tava me secando. Sério, o olhar dela era tipo de quem queria me devorar. Eu não sou bobo, né, então já cheguei mais perto, falando umas bobagem sobre o calor, só pra testar o terreno. Ela riu, jogou o cabelo pro lado e disse “calor mesmo é o que eu tô sentindo agora”. Meu amigo, na hora eu entendi o recado.

Não deu nem tempo de pensar. Eu já tava com a mão na cintura dela, puxando ela pra mim. O beijo foi daquele jeito, molhado, com língua, com vontade. Ela gemia baixinho enquanto eu apertava aquela bunda gostosa, sentindo cada pedacinho daquela carne macia. Meu pau tava tão duro que parecia que ia rasgar a calça, e ela percebeu, porque começou a esfregar a mão por cima, me provocando. “Tá animado, hein, vizinho?”, ela falou com aquela voz de safada que só me deixava mais louco.

Eu não aguentei, arranquei o short dela de uma vez, e vi aquela bucetinha lisinha, toda molhadinha já, pronta pra mim. Ela tava sem calcinha, acredita? Fiquei maluco. Joguei ela no sofá, abri aquelas pernas grossas e cai de boca. O gosto era doce, meio salgado, uma delícia. Ela se contorcia toda, gemendo alto, falando “ai, caralho, que língua gostosa”. Eu chupava com vontade, lambendo cada canto, enquanto ela puxava meu cabelo e tremia de tesão.

Depois de uns minutos, ela não aguentou mais e pediu “mete logo esse pau, tô doida pra sentir”. Eu não fiz por menos, tirei a roupa rapidinho, mostrei meu cacete duro pra ela, que deu um sorrisinho e falou “nossa, que gostoso, vem cá”. Coloquei ela de quatro no sofá, aquela bunda empinada na minha frente era um convite. Dei uns tapinhas de leve, só pra ouvir ela gemer, e enfiei devagar, sentindo aquela bucetinha apertada me engolindo. Que sensação, meu irmão, parecia que eu tava no céu.

Comecei a bombar, primeiro devagar, depois mais forte. Ela rebolava junto, pedindo mais, falando sacanagem do tipo “vai, mete fundo, me faz gozar”. Eu tava enlouquecido, segurando na cintura dela, puxando o cabelo, metendo com força. O barulho da nossa pele batendo era alto, acho que o prédio todo ouviu, mas eu nem tava ligando. O tesão era tanto que eu só pensava em fazer ela gozar gostoso.

Depois de um tempo, ela começou a tremer toda, gritando que ia gozar. Eu senti a bucetinha dela apertando meu pau, e não aguentei, gozei junto, enchendo ela de porra. Ficamos ali, ofegantes, suados, rindo da loucura que a gente tinha feito. Ela virou pra mim e falou “vizinho, acho que a gente vai se dar muito bem”. Eu só ri, já imaginando as próximas vezes que isso ia rolar.

Depois desse dia, a gente começou a se encontrar quase toda semana. Sempre que dá, rola uma trepada daquelas. Às vezes no apê dela, às vezes no meu. Teve até uma vez que a gente quase foi pego por outro vizinho, mas isso é história pra outro dia. Só sei que essa safada me deixa louco de tesão, e eu não consigo parar de pensar naquela bucetinha gostosa.

Então, é isso, galera. Se tu tem uma vizinha daquelas, não perde tempo, vai na fé, que pode rolar uma aventura tão boa quanto a minha. Tô aqui, sempre de olho na Carol, esperando a próxima chance de meter o pau naquela gostosura. Valeu por ler, e até a próxima história!

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