Oi, eu sou a Natália, 33 anos, cabeleireira, morena, cabelo cacheado até o ombro, corpo cheinho, com bunda grande e peitos que chamam atenção no decote. Meu marido, o Carlos, tem 38, é caminhoneiro, um cara forte, mãos calejadas, barba por fazer, e um jeito bruto que sempre me deixou louca. A gente tá junto há 10 anos, e o sexo sempre foi bom, mas ultimamente tava meio morno. Até que ontem ele chegou com uma surpresa que mudou tudo.
Era uma sexta-feira à noite, eu tava em casa depois de um dia cansativo no salão, de shortinho e camiseta larga, sem sutiã, os peitos balançando enquanto arrumava a cozinha. Carlos chegou do trabalho, suado, a camisa colada no corpo, cheirando a diesel e homem. Ele me olhou com aquele olhar de fome, um sorriso safado no rosto, e tirou uma algema de verdade do bolso da calça. “Hoje cê vai ser minha prisioneira, Nati”, disse, a voz grossa, balançando o metal na minha frente. Meu coração disparou na hora, a buceta já pulsando só de imaginar o que vinha por aí.
Fui pro quarto com ele, rindo nervosa, achando que era brincadeira, mas o filho da mãe tava falando sério. Ele me empurrou na cama, o colchão rangendo, e mandou eu tirar a camiseta. Obedeci, os peitos saltando livres, os mamilos já duros de tesão. Carlos pegou minhas mãos, me algemou com as mãos pra trás, o metal frio mordendo minha pele, e me olhou com um tesão que eu não via fazia tempo. “Agora cê é minha, só minha”, rosnou, enquanto tirava a camisa dele, o peito peludo brilhando de suor.
Ele me deitou de costas, as mãos presas atrás, a bunda empinada no shortinho. Carlos puxou o tecido devagar, descendo pelas coxas, até deixar minha bunda de fora, a calcinha minúscula enfiada no rego. “Porra, que rabo gostoso”, murmurou, dando um tapa forte que fez minha pele arder e minha buceta molhar mais. Ele tirou o short dele, a calça jeans caindo no chão, e ficou só de cueca, o pau já duro marcando o tecido. Depois, arrancou a cueca com pressa, o pauzão grosso, veiudo, apontando pra mim, a glande brilhando de pré-gozo.
Eu tava ali, algemada, sem poder me mexer direito, o coração batendo forte, o tesão misturado com um medinho gostoso. Carlos se ajoelhou atrás de mim, puxou minha calcinha de lado, o tecido roçando minha pele, e passou a mão na minha buceta, sentindo o quanto eu tava molhada. “Caralho, Nati, cê tá pingando, sua safada”, disse, enfiando dois dedos de uma vez, me fazendo gemer alto. O som dos dedos entrando e saindo, molhados, ecoava no quarto, junto com minha respiração pesada.
Ele não perdeu tempo. Pegou um preservativo na gaveta, colocou no pau com uma mão enquanto a outra apertava minha bunda, e se posicionou atrás de mim. Senti a cabeça do pau roçando minha entrada, grossa, quente, e ele meteu devagar, me abrindo, me fazendo soltar um grito abafado. “Tá doendo, amor?”, perguntou, mas não parou, as estocadas ficando mais fortes, mais brutas, o som da pele batendo na pele enchendo o quarto. “Não para, Carlos, fode mais”, pedi, o tesão falando mais alto que a dor, a buceta apertando o pau dele enquanto eu rebolava o quanto dava com as mãos presas.
Ele me puxou pelo cabelo, a outra mão cravando na minha cintura, e meteu com raiva, como se quisesse me partir ao meio. O suor dele pingava nas minhas costas, o cheiro de macho misturado com o cheiro da minha buceta molhada, um tesão que tomava conta de tudo. “Cê gosta de ser minha puta, né, Nati?”, grunhiu, e eu só consegui gemer, “Gosto, amor, me fode mais”. Gozei ali, a buceta pulsando no pau dele, o corpo tremendo, as pernas quase cedendo.
Carlos não parou. Me virou de frente, com dificuldade por causa da algema, e tirou minha calcinha de vez, jogando no chão. Ele abriu minhas pernas, os olhos vidrados na minha buceta inchada, brilhando de tesão, e se abaixou pra chupar. A língua dele no meu grelo, quente, áspera, me fez gritar de novo, enquanto lambia e sugava como se tivesse fome. O som da boca dele na minha xana, molhado, barulhento, misturava-se com meus gemidos. “Que buceta gostosa, porra”, rosnou, o hálito quente na minha pele, antes de meter o pau de novo, agora com mais força, os ovos batendo na minha bunda.
A gente fodeu a noite inteira, mudando de posição, ele me dominando, eu algemada, entregue. Gozei mais vezes que consigo contar, o corpo suado, dolorido, mas pedindo mais. Quando ele finalmente gozou, o preservativo enchendo, o urro dele ecoou no quarto, e caímos na cama, ofegantes, o metal da algema ainda frio contra minha pele. “Porra, Nati, isso foi foda”, disse, me soltando, as marcas vermelhas nos pulsos ardendo gostoso. “Quero mais vezes, amor”, respondi, rindo, a buceta latejando, sabendo que a gente tinha descoberto um novo fogo.
Naquela noite, dormi agarrada nele, o cheiro de sexo ainda no ar, o corpo moído, mas com um sorriso no rosto. Carlos me surpreendeu, e agora sei que nosso sexo nunca mais vai ser morno.

