O relógio marcava meia-noite e o silêncio no escritório veterinário era quase ensurdecedor. Só se ouvia o barulho do ar-condicionado velho, que mal dava conta do calor abafado daquela noite de verão. Eu tava lá, sentado na minha mesa, revisando uns laudos de exames enquanto o cheiro de desinfetante impregnava o ar. Era um plantão tranquilo, quase tedioso, até que ouvi o som de passos leves vindo pelo corredor.
— Tá acordado ainda, Bruno? — a voz dela cortou o silêncio, doce, mas com um tom de provocação que me fez erguer os olhos na hora.
Era a Camila, a recepcionista nova que tinha entrado na equipe há umas duas semanas. Morena, cabelo liso caindo pelos ombros, uns olhos castanhos que pareciam sempre estar rindo de alguma coisa. Ela tava com o jaleco meio aberto, deixando à mostra uma blusinha justa que marcava cada curva do corpo dela. Eu sorri, tentando disfarçar o calor que já começava a subir pelo meu pescoço.
— Claro, gata. Plantão é isso, né? Se não aguentar, melhor nem vir — respondi, jogando um charme enquanto largava a caneta sobre a mesa.
Ela riu baixo, se aproximando e sentando na beirada da minha mesa. O perfume dela invadiu meu espaço, algo doce, mas com um toque quente, que mexeu comigo de cara.
— Então me ensina a aguentar, doutor. Porque tô achando que essa noite vai ser longa demais — disse ela, cruzando as pernas devagar, quase como se soubesse o efeito que isso teria em mim.
Eu sabia que tava errado. Trabalho é trabalho, e eu nunca fui de misturar as coisas. Mas, puta que pariu, tinha algo naquela mulher que me deixava sem chão. Talvez fosse o jeito que ela me olhava, como se estivesse me desafiando a fazer alguma coisa. Ou talvez fosse só o tesão acumulado de semanas sem uma boa foda. Meu pau já tava começando a pulsar dentro da calça só de imaginar o que podia rolar ali.
— Longa não sei, mas quente... isso eu garanto — murmurei, me inclinando um pouco mais pra perto dela, testando o terreno. Meu coração batia forte, meio por excitação, meio por medo de alguém entrar e pegar a gente nessa vibe. Mas o escritório tava vazio, só eu e ela, e a adrenalina de fazer algo proibido tava me consumindo.
Camila mordeu o lábio inferior, e aquele gesto foi tipo um gatilho. Ela não recuou, só ficou ali, sustentando meu olhar.
— É mesmo? Então mostra — sussurrou, quase como um convite.
Não pensei duas vezes. Levantei da cadeira, cheguei mais perto e coloquei a mão na nuca dela, puxando-a pra um beijo. A boca dela era macia, quente, e o gosto doce da língua dela se misturando com a minha fez meu corpo inteiro pegar fogo. Ela gemeu baixinho contra meus lábios, e aquilo foi como jogar gasolina na fogueira. Minhas mãos desceram pelas costas dela, apertando aquela bunda redonda e firme enquanto eu a puxava contra mim. Sentir o corpo dela colado no meu, com o volume da minha rola pressionando contra ela, era demais.
— Caralho, Camila, você tá me deixando louco — murmurei no ouvido dela, mordiscando o lóbulo enquanto minhas mãos já exploravam por baixo do jaleco.
— Então faz alguma coisa, doutor. Não sou de ficar só na vontade — retrucou ela, com a voz rouca, enquanto desabotoava minha camisa com dedos rápidos.
A gente sabia que tava arriscado. Se alguém aparecesse — um cliente de emergência, ou até mesmo o outro veterinário de plantão que tava na sala dos fundos —, ia ser um puta problema. Mas naquele momento, eu não tava nem aí. Só queria sentir mais dela, tocar mais, foder até não aguentar mais. Puxei a blusinha dela pra cima, revelando aqueles peitos perfeitos, com os mamilos já durinhos pedindo pra serem chupados. Não perdi tempo, caí de boca neles, lambendo e mordendo enquanto ela jogava a cabeça pra trás, gemendo mais alto.
— Isso, porra, chupa gostoso... — ela sussurrou, enfiando os dedos no meu cabelo e me puxando mais contra ela.
Eu tava enlouquecido. Levantei ela da mesa com um puxão, coloquei-a de pé e virei-a de costas pra mim. Ela apoiou as mãos na mesa, empinando aquela bunda deliciosa coberta só por uma calcinha minúscula que mal tampava algo. Arranquei a peça com pressa, deixando-a pelada da cintura pra baixo. O cheiro da buceta dela, molhada e pronta, encheu o ar, e eu quase gozei só de olhar.
— Você quer isso, né, sua putinha? Quer que eu te foda bem aqui no meio do escritório? — perguntei, minha voz saindo mais grave enquanto eu abria o zíper da calça e liberava minha rola dura como pedra.
— Quero, Bruno. Me come logo, por favor... — implorou ela, olhando por cima do ombro com aqueles olhos cheios de tesão.
Não teve como resistir. Segurei firme nos quadris dela e meti devagar, sentindo cada centímetro da minha rola sendo engolido por aquela buceta quente e apertada. Ela soltou um gemido alto, mas logo mordeu o próprio braço pra abafar o som. Comecei a bombar devagar, depois mais rápido, sentindo o corpo dela tremer a cada estocada. O som da nossa pele batendo ecoava no silêncio do escritório, misturado com os gemidos abafados dela e os meus grunhidos de prazer.
— Caralho, que buceta gostosa... tá me apertando todinho... — rosnei, dando um tapa leve naquela bunda que quicava contra mim.
Mas eu queria mais. Sempre quis. Meu lado mais safado, aquele que curte dominar, tava pedindo por algo além. Passei o dedo pelo cuzinho dela, sentindo-a se contrair de leve, mas sem recuar.
— E aí, Camila? Será que aguenta por aqui também? — provoquei, circulando o dedo enquanto continuava metendo na buceta dela.
Ela gemeu mais alto, virando o rosto pra me olhar com uma mistura de surpresa e desejo.
— Se for devagar... eu topo. Mas vai com calma, hein? — pediu, a voz tremendo um pouco.
Peguei um lubrificante que tinha na gaveta — sim, a gente usa isso pros exames nos bichos, mas naquela hora serviu pra outra coisa. Passei no dedo e comecei a preparar ela, indo devagar, sentindo cada reação do corpo dela. Quando achei que tava pronta, posicionei minha rola e empurrei bem devagar, sentindo aquele cuzinho apertado cedendo aos poucos. Ela gemeu alto, mas não pediu pra parar. Pelo contrário, empurrou os quadris contra mim, pedindo mais.
— Porra, Bruno... tá doendo, mas tá gostoso... vai fundo... — sussurrou ela, ofegante.
Eu fui fundo mesmo. Meti devagar no começo, depois peguei o ritmo, segurando firme naquela bunda enquanto fodia aquele cuzinho com vontade. O tesão era tanto que eu sentia que ia gozar a qualquer segundo, mas queria que durasse mais. Puxei o cabelo dela com uma mão, fazendo-a arquear as costas, enquanto a outra descia pra brincar com a buceta dela, sentindo o quanto tava molhada.
— Goza pra mim, vai. Quero sentir esse cuzinho apertando minha rola enquanto você goza... — ordenei, acelerando os movimentos.
Não demorou muito. Ela começou a tremer toda, gemendo alto enquanto gozava, o corpo convulsionando contra mim. Aquilo foi demais pra mim também. Senti o leite subindo, quente, e não consegui segurar. Gozei dentro daquele cuzinho, enchendo-a com tudo que eu tinha, enquanto soltei um grunhido rouco de prazer. Ficamos assim por uns segundos, ofegantes, colados um no outro, até que finalmente saí dela devagar, vendo meu leite escorrer pelas coxas dela.
— Caralho, Camila... isso foi foda — murmurei, ainda tentando recuperar o fôlego enquanto a ajudava a se recompor.
Ela riu, meio sem jeito agora que o calor do momento tinha passado, e começou a se vestir rápido.
— Foi mesmo. Mas se alguém descobrir isso, estamos ferrados — disse, com um sorriso nervoso.
Eu sabia que ela tava certa. A gente tinha cruzado uma linha perigosa ali, no meio do trabalho, onde qualquer um podia ter aparecido. Mas, sinceramente? Não me arrependi nem por um segundo. A adrenalina, o tesão, o jeito que ela se entregou... tudo aquilo ficou gravado na minha cabeça.
Terminamos o plantão como se nada tivesse acontecido, trocando olhares cúmplices entre uma consulta e outra. Mas eu sei que aquela noite não vai ser a última vez. Algo me diz que Camila e eu ainda temos muito pra explorar juntos. E eu tô mais do que pronto pra isso.

