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BATI UMA PRO MEU PRIMO NO SOFÁ DA SALA
Conto

BATI UMA PRO MEU PRIMO NO SOFÁ DA SALA

igor_quente
igor_quente
04 de janeiro de 2026
55 visualizações
#incesto
#tesão
#exibicionismo
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Tempo
4 min

Estava de boa naquela sexta à noite, só eu e meu primo Lucas na sala de casa. A TV ligada, algum filme de ação qualquer passando, mas nenhum de nós tava prestando atenção de verdade. O sofá era pequeno, nossos ombros quase se encostando, e eu já sentia aquele calor subindo pelo corpo só de estar perto dele. Lucas tem 22 anos, corpo malhado de quem pega peso todo dia, pele bronzeada e um sorriso que desmonta qualquer um. Sempre teve um jeito de me olhar que eu sabia que não era só coisa de primo.

A gente tava tomando umas cervejas, rindo de bobeira, quando ele jogou as pernas pro lado, quase encostando em mim. “Tá quente pra caralho hoje, né?” ele disse, tirando a camisa sem cerimônia. O peito definido, os músculos brilhando com um leve suor, foi foda não olhar. Meu pau já deu um pulo na calça, e eu disfarcei cruzando as pernas. “Tá mesmo,” respondi, tentando parecer normal, mas minha voz saiu rouca. Ele riu, como se soubesse o que tava acontecendo na minha cabeça.

O filme continuou rolando, mas o clima tava pesado. Eu não aguentei mais, cara. “Foda-se,” pensei, e coloquei a mão na coxa dele, bem devagar, testando. Ele congelou por um segundo, me olhou com aqueles olhos que pareciam dizer “vai fundo”, e não tirou minha mão. Pelo contrário, abriu um pouco mais as pernas, me dando espaço. Meu coração tava disparado, mas o tesão era maior que qualquer medo. Deslizei a mão por cima do short dele, sentindo o volume crescer rápido. “Porra, Igor, tu é louco,” ele murmurou, mas não tinha tom de repreensão, era mais um gemido disfarçado.

Tirei o short dele com pressa, sem nem pensar muito. O pau dele pulou pra fora, duro pra caralho, grosso, com veias saltadas que me deixaram com água na boca. Segurei firme, sentindo o calor na minha mão, e comecei a bater devagar, olhando nos olhos dele. Lucas mordeu o lábio, jogou a cabeça pra trás no encosto do sofá e soltou um suspiro baixo. “Vai, cara, continua,” ele pediu, a voz tremendo de tesão. Acelerei o ritmo, apertando mais, sentindo cada pulsação daquele pau na minha mão. Meu próprio cacete tava explodindo dentro da calça, mas eu nem toquei em mim, queria focar nele.

Ele começou a gemer mais alto, sem se importar se alguém da casa podia ouvir. Por sorte, meus pais tinham saído pra um jantar e a casa tava só nossa. “Porra, Igor, isso é delícia,” ele disse, os olhos meio fechados, as mãos agarrando o sofá. Eu sorri, gostando de ver ele se entregando daquele jeito. Inclinei um pouco mais perto, o cheiro dele me invadindo, e bati mais rápido, querendo levar ele ao limite. Não demorou muito. “Vou gozar, cara, vou gozar!” ele avisou, ofegante. Não parei, continuei até sentir os jatos quentes escorrerem pela minha mão, pelo abdômen dele, sujando tudo.

Ele ficou ali, ofegante, me olhando com uma mistura de choque e satisfação. “Tu é foda,” ele disse, rindo baixo, ainda tentando recuperar o fôlego. Limpei a mão no short mesmo, sem cerimônia, e senti meu próprio tesão latejando. Mas não pedi nada, não naquela hora. Só de ver ele assim, vulnerável e satisfeito por minha causa, já era o suficiente. Pelo menos por enquanto.

A gente ficou quieto por uns minutos, o filme ainda rolando na TV como se nada tivesse acontecido. Mas a tensão ainda tava no ar, e eu sabia que aquilo era só o começo. Lucas me deu um olhar de canto, um sorrisinho safado, e eu já imaginei mil outras putarias que podiam rolar entre a gente. Aquela noite no sofá da sala mudou tudo, e eu não ia parar por aí.

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