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Dominação e Desejo: A Entrega de Camila
Conto

Dominação e Desejo: A Entrega de Camila

GabrielSensual
GabrielSensual
22 de janeiro de 2026
78 visualizações
##BDSM
##Dominação
##Submissão
##Erotismo
##Prazer
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Tempo
8 min

Eu tava no nosso apê novo aqui em Curitiba, aquele prédiozinho de classe média no Batel, q a gente alugou há uns três meses pra fugir do caos de SP. O lugar era pequeno, mas o quarto tinha uma cama king size q cabia tudo, e uma cômoda cheia de brinquedos q a gente foi comprando aos poucos. Eu, Rafael, 30 anos, engenheiro civil de boa, e ela, Camila, 27, designer gráfica meio tímida no trampo mas uma vadia submissa de carteirinha em casa. Nos conhecemos num bar há um ano e meio, de boa, num happy hour. No começo era sexo vanilla, mas aí ela confessou q sonhava em ser dominada, e eu, q sempre tive essa pegada mais bruta, mergulhei de cabeça. Hoje, depois de um dia de merda no escritório, eu cheguei em casa e vi ela já no clima, vestida só com uma lingerie preta rendada q realçava as curvas dela – peitos médios firmes, bunda empinada e coxas grossas q eu amava apertar.

"Senhor, cheguei cedo pra te servir", ela disse baixinho, ajoelhada no tapete do quarto assim q eu entrei. Os olhos castanhos dela tavam baixos, submissos, e o cabelo solto caindo nos ombros. Meu pau deu um pulo na calça jeans. Era o nosso ritual: ela me chamava de Senhor quando queria brincar pesado, e eu entrava no papel na hora.

"De pé, vadia. Tira a roupa devagar pra mim", eu mandei, sentando na beirada da cama e abrindo as pernas. Ela obedeceu, levantando devagar, os saltos altos batendo no piso de madeira. Primeiro o sutiã, soltando os peitos com mamilos já duros de tesão. Depois a calcinha, escorrendo um fio de umidade na coxa. Nuazinha, ela ficou de pé, mãos atrás das costas, esperando.

"Você foi uma menina má hoje?", perguntei, pegando a coleira de couro na gaveta da cômoda. Era preta, com um argola prateada na frente. Ela mordeu o lábio, assentindo. "Sim, Senhor. Pensei em vc o dia todo no trampo, me toquei no banheiro pensando no seu pau."

Eu ri, me levantando e colocando a coleira no pescoço dela, apertando o fecho com um clique. Prendi a guia de corrente na argola e puxei forte, trazendo a boca dela pro meu cinto. "Então vai me mostrar o qto quer castigo." Ela abriu o zíper com os dentes, habilidosa, e baixou minha cueca boxer. Meu pau saltou pra fora, grosso e veiudo, já meia-bomba. Ela lambeu a cabeça devagar, olhos fechados em devoção, e engoliu metade de uma vez, gemendo em volta da carne.

Eu segurei a guia e fodi a boca dela devagar no começo, empurrando os quadris pra frente enquanto ela chupava com vontade, saliva escorrendo pelo queixo. "Isso, engole tudo, sua puta." Ela gorgolejava, mas não parava, as mãos ainda atrás das costas como eu mandei. Meu pau batia no fundo da garganta dela, e eu sentia as contrações. Muito louco como ela melhorava nisso. Depois de uns minutos, puxei a guia pra trás. "Chega. De joelhos na cama, de quatro."

Ela subiu na cama rápido, obediente, bunda empinada pro alto, pernas afastadas mostrando a buceta raspadinha molhada e o cuzinho piscando. Peguei as algemas de couro forrado na cômoda – um par q prendia os pulsos juntos nas costas. Cliquei nelas, testando o aperto. "Mãos atrás." Ela cruzou os braços, e eu prendi firme, mas não tanto q machucasse de verdade. Nosso lance era dor prazerosa, consensual, com palavra de segurança "vermelho" q a gente nunca usou.

Com ela presa, dei um tapa forte na bunda esquerda, a mão ecoando no quarto. A pele branquinha ficou vermelha na hora. "Conta os tapas, vadia." "Um, obrigada Senhor", ela gemeu, empinando mais. Bati no outro lado, mais forte. "Dois, obrigadaaa." Continuei, alternando nádegas, dez tapas no total, até a bunda dela arder vermelha e ela tremer de tesão, suplicando "Por favor, me fode Senhor". Cada tapa fazia a buceta dela pingar no lençol.

Segurei os quadris dela e enfiei dois dedos na buceta, sentindo o calor e a gozo escorrendo. Ela era apertada, molhada pra caralho. "Você tá encharcada, sua cachorra." Bombeava os dedos rápido, o polegar roçando o clitóris inchado. Ela gozou na minha mão em menos de um minuto, gritando abafado no travesseiro, corpo convulsionando enquanto eu segurava ela no lugar.

Tirei os dedos e lambi o mel dela, salgadinho e doce. "Agora o verdadeiro castigo." Peguei o plug anal de aço na gaveta, médio tamanho, q a gente usava pra abrir caminho. Passei lubrifiqante gel frio na ponta e no cuzinho dela, q contraiu de expectativa. "Relaxa." Pressionei devagar, girando, e ele entrou suave até a base, com a joia brilhante ficando pra fora entre as nádegas vermelhas. Ela gemeu alto, "Ahhh, tá cheio Senhor".

Deixei ela se acostumar uns segundos, depois puxei a guia pra ela arquear as costas. Meu pau tava roxo de tesão. Ajoelhei atrás, mirei na buceta e enfiei de uma vez, até o talo. Ela gritou de prazer, as paredes quentes sugando meu pau. Comecei a bombar forte, segurando os quadris, o plug pressionando meu saco a cada estocada. "Toma pau, sua submissa." Ela respondia empurrando pra trás, algemas tilintando.

Mudei o ritmo pra mais lento, profundo, sentindo cada centímetro. "Vira de lado, mantém as pernas juntas." Ela rolou pro lado esquerdo devagar, eu ajudei guiando os quadris dela, pau ainda enterrado. Prendi uma perna dela em cima do meu ombro, abrindo ela mais, e voltei a meter ritmado, mão no pescoço apertando de leve a coleira. Os peitos balançavam, mamilos duros. Baixei a cabeça e mordi um, puxando com os dentes enquanto fodia. Ela gemia rouca, "Mais forte, Senhor, me usa".

Depois de uns minutos fodendo assim, puxei pra fora e mandei "Deita de barriga pra baixo, travesseiro embaixo da barriga". Ela rolou pro abdômen devagar, eu soltei as algemas rápido pra reposicionar – mãos livres agora, mas ela manteve atrás como treinada. Coloquei o travesseiro erguendo a bunda, plug ainda lá. Me deitei por cima, pau deslizando na buceta de novo nessa posição prensada, q deixava ela mais apertada. Bombava pesado, suor pingando nas costas dela, minha mão no cabelo puxando a cabeça pra trás. "Quem manda em vc?" "Vc, Senhor, só vc!"

Senti o gozo subindo, mas segurei. Tirei o pau e o plug devagar, cuzinho abrindo e fechando. Passei mais lubri no pau e mirei no anal. "Relaxa pro meu pau." Empurrei a cabeça devagar, ela respirou fundo e ele entrou centímetro por centímetro, quentinho e viseiro. "Caralho, q delícia seu cu." Comecei devagar, segurando as nádegas abertas, depois acelerei, batendo com força. Ela masturbava a buceta embaixo, gemendo insano.

"Vira." Ela rolou, pernas pro alto, eu segurei os tornozelos e voltei pro cu, penetrando fundo. Olhos nos olhos dela, cheios de lágrimas de prazer. "Goza no meu pau." Ela veio de novo, corpo tremendo, unhas cravando na minha coxa. Isso me levou pro limite. "Onde vc quer meu leite?" "Na boca, Senhor, por favor."

Puxei pra fora, ajoelhei proximo do peito dela e enfiei na boca aberta. Bombeei duas vezes e gozei forte, jatos quentes na garganta dela. Ela engoliu tudo, lambendo limpo, olhos gratos.

Depois, de boa, tirei a coleira, abracei ela suada na cama. "Vc foi perfeita, amor." Ela sorriu, aninhando no meu peito. "Te amo, Rafa. Isso foi muito louco hoje." Dormimos assim, grudados, felizes no nosso mundinho BDSM.

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