A brisa fria da noite batia no meu rosto enquanto eu pisava firme no chão de terra batida do parque. Estava deserto, nem uma alma por perto, só o som distante de um ou outro carro passando na avenida lá fora. Eu e ela, Camila, decidimos dar uma volta ali depois de um dia longo, só pra relaxar, mas, desde o momento em que coloquei os pés naquele lugar, uma inquietação começou a crescer dentro de mim. Meu sangue parecia pulsar mais rápido, como se eu já soubesse que aquela noite não ia ser só uma caminhada qualquer.
Ela estava ao meu lado, com um vestidinho leve que balançava a cada passo, marcando o contorno daquele rabão que sempre me deixa maluco. Eu não conseguia tirar os olhos, e, enquanto a gente seguia por um caminho mal iluminado, cercado de árvores escuras, comecei a sentir aquele desejo de fazer algo fora da curva, algo que mexesse com a gente. “E se eu me mostrasse pra ela agora?”, pensei, sentindo um calor subir pelo peito. Era arriscado, mas era exatamente isso que me deixava com mais tesão ainda.
— Tá muito quieto hoje, Gabriel. Pensando em quê? — perguntou ela, com um tom meio provocador, me tirando dos meus devaneios.
Eu dei um sorriso de canto, encarando aqueles olhos curiosos dela. Meu coração tava acelerado, mas resolvi jogar.
— Tô pensando que esse lugar tá vazio demais... perfeito pra uma brincadeira. — Minha voz saiu baixa, quase um sussurro, carregada de intenções.
Ela parou de andar por um segundo, me olhando com uma mistura de surpresa e curiosidade. A luz fraca de um poste distante refletia no rosto dela, destacando aquele sorrisinho safado que começava a se formar.
— Que tipo de brincadeira? — retrucou, cruzando os braços e empinando o peito sem nem perceber, o que só fez meu desejo crescer.
Não respondi com palavras. Em vez disso, dei um passo pra trás, ficando a uns dois metros dela, e comecei a abrir o zíper da minha calça bem devagar, sem tirar os olhos dos dela. O som do metal descendo ecoou no silêncio do parque, e eu senti um arrepio percorrer minha espinha. Tirei meu pau pra fora, já meio duro só pela situação, e deixei ele ali, exposto, enquanto a encarava com um olhar que dizia tudo.
— Gabriel, tá louco? E se alguém aparecer? — sussurrou ela, mas não desviou o olhar. Pelo contrário, os olhos dela desceram direto pro meu cacete, e eu vi as bochechas dela corarem mesmo na penumbra.
— E se aparecer, que olhem. Não é isso que deixa tudo mais gostoso? — respondi, dando um passo na direção dela, segurando minha rola com uma mão e sentindo ela pulsar enquanto eu falava. O risco de sermos pegos só aumentava minha adrenalina.
Camila mordeu o lábio inferior, claramente dividida entre o medo e o tesão. Mas então, como se tomasse coragem, ela deu um passo pra frente também, encurtando a distância entre a gente. O vestido dela parecia ainda mais curto naquela luz fraca, e eu podia jurar que via a silhueta da sua xereca marcada no tecido fino.
— Você é um tarado, sabia? — disse ela, com a voz rouca, mas já se aproximando mais, até que suas mãos tocaram meu peito. — Mas confesso que tô gostando de te ver assim... todo exibido.
Eu ri baixo, sentindo o calor da mão dela contra mim. Peguei uma das mãos dela e guiei até meu pau, deixando ela sentir o quanto tava duro. Ela apertou de leve, quase tímida, mas logo começou a mexer a mão devagar, subindo e descendo na minha chapeleta, enquanto seus olhos alternavam entre meu rosto e o que tava acontecendo ali embaixo.
— Gostosa, você sabe que isso me deixa louco. Agora é sua vez... mostra algo pra mim — pedi, minha voz saindo mais grave, carregada de desejo. Meu coração batia forte, não só pelo toque dela, mas pela possibilidade de alguém surgir ali e nos pegar naquela putaria no meio do parque.
Ela hesitou por um segundo, olhando pros lados, mas então, com um sorrisinho safado, levantou o vestido devagar, revelando uma calcinha minúscula de renda preta que mal cobria aquela xereca deliciosa. Meu pau deu um pulo na mão dela só de ver aquilo. A pele dela parecia brilhar sob a luz fraca, e eu não resisti: me abaixei rapidinho, ficando de joelhos na terra, e puxei a calcinha pro lado com os dedos.
— Caralho, Camila, que bucetinha linda... — murmurei, antes de passar a língua bem devagar por cima, sentindo o gosto dela e ouvindo um gemido baixo escapar da boca dela. O cheiro dela era inebriante, e eu lambi com vontade, enquanto minhas mãos apertavam aquele rabão redondo.
— Gabriel... porra, para... alguém pode ver... — disse ela entre gemidos, mas ao mesmo tempo empurrava a cintura contra meu rosto, querendo mais. O medo na voz dela só me deixava mais excitado, porque eu sabia que ela tava tão ligada quanto eu naquela loucura.
Levantei o rosto por um instante, limpando a boca com as costas da mão, e olhei pra ela com um sorriso provocador.
— Deixa verem. Quero que vejam como você fica molhadinha quando eu te chupo. — E voltei a cair de boca, agora enfiando dois dedos dentro dela enquanto minha língua brincava no clitóris. Ela tremia nas minhas mãos, segurando minha cabeça com força, e eu sentia que ela tava quase gozando.
Mas então, de repente, ouvimos um barulho vindo dos arbustos ali perto. Um estalo seco, como se alguém tivesse pisado num galho. Camila congelou na hora, puxando o vestido pra baixo e me empurrando pra trás. Meu coração disparou, mas não era medo, era puro tesão misturado com adrenalina. Levantei rápido, guardando meu pau na calça com dificuldade porque ele tava duro feito pedra.
— Quem tá aí? — chamei, tentando soar sério, mas minha voz tava rouca de tesão. Olhei pros lados, tentando enxergar algo na escuridão, mas não vi nada. Só silêncio. Talvez fosse só o vento ou algum bicho, mas aquele susto tinha deixado a gente ainda mais ligados.
Camila riu baixo, nervosa, segurando meu braço enquanto ajustava o vestido.
— Tá vendo? Eu falei que isso ia dar merda... mas, caralho, tô tremendo de tesão agora. — Ela confessou, encostando o corpo no meu. Senti os bicos dos peitos dela duros contra meu peito, mesmo através do tecido.
— Então vem cá que eu termino o que comecei. — Puxei ela pra trás de uma árvore grossa ali perto, onde a sombra era ainda mais densa. Não dava mais pra esperar. Abri minha calça de novo, deixando meu cacete livre, e levantei o vestido dela até a cintura. Puxei a calcinha pro lado e enfiei com força, sentindo aquela xereca quente e molhada me engolir inteiro.
— Porra, Gabriel... mete... mete fundo... — gemeu ela baixinho, segurando no tronco da árvore enquanto eu socava sem dó. Cada estocada fazia um barulho molhado que ecoava no silêncio do parque, e eu tava pouco me lixando se alguém ouvisse. Na verdade, queria que ouvissem. Queria que vissem como eu tava arrombando essa gostosa bem no meio da noite.
Segurei firme naquele rabão, apertando com força enquanto metia, e senti ela começando a tremer toda, os gemidos ficando mais altos. Sabia que ela tava perto de gozar, e eu também não ia aguentar muito mais. O risco, a exposição, tudo aquilo tava me levando ao limite.
— Goza pra mim, vai, gostosa... deixa eu sentir essa xereca apertando meu pau... — sussurrei no ouvido dela, mordendo de leve o lóbulo da orelha. Foi o suficiente. Ela soltou um gemido abafado, se contorcendo toda enquanto gozava na minha rola. Não aguentei e gozei logo depois, enchendo ela de porra quente enquanto minhas pernas quase fraquejaram.
Ficamos ali uns segundos, ofegantes, encostados na árvore. O silêncio do parque voltou, só interrompido pela nossa respiração pesada. Ajeitei minha calça enquanto ela baixava o vestido, ainda meio trêmula. Olhei pros lados mais uma vez, mas não tinha ninguém. Ou pelo menos ninguém que quisesse se mostrar.
— Caralho, Gabriel... isso foi insano. Nunca mais vou olhar pra esse parque do mesmo jeito. — Disse ela, rindo baixo enquanto ajustava os cabelos bagunçados.
— Nem eu. Mas confessa, você adorou se exibir comigo aqui, né? — Provoquei, dando um tapa leve na bunda dela enquanto começávamos a andar de volta pro caminho principal.
Ela só sorriu, sem responder, mas aquele olhar dizia tudo. Aquela noite no parque deserto tinha sido só o começo. E eu já tava pensando na próxima vez que ia levar ela pra algum lugar público e fazer algo ainda mais arriscado. Porque, no fundo, era isso que nos deixava vivos: o perigo misturado ao tesão.

