Cara, eu nunca imaginei que ia parar numa situação dessas, mas aconteceu, e eu tô aqui pra contar como foi. Meu nome é Gabriel, tenho 32 anos, sou fotógrafo e sempre gostei de um rolê mais solto, sem muita frescura. Esse ano, resolvi passar as férias na casa do meu tio Zé, um coroa de uns 55 anos, separado há tempos, que mora numa chácara no interior. O cara é meio chucro, daquele jeito bruto de roça, fala alto, ri de qualquer coisa e não tem muito filtro. Mas sempre foi de boa comigo, então achei que seria tranquilo.
Cheguei lá numa sexta-feira, o lugar é isolado, só mato e silêncio, perfeito pra desligar do mundo. O tio Zé me recebeu com um churrasco e umas cervejas, tudo na maior simplicidade. Nos primeiros dias, era só conversa sobre a vida, umas histórias dele do passado, e eu curtindo a vibe de sossego. Mas logo comecei a sacar umas coisas estranhas. Tipo, toda noite ele se trancava no quarto por um bom tempo, e eu ouvia uns barulhos meio óbvios, sabe? Não sou bobo, logo percebi que o coroa tava se aliviando. No começo, achei engraçado, mas depois comecei a ficar curioso. Como ele tava sozinho há tanto tempo, será que era só isso mesmo? Ou tinha algo mais na cabeça dele?
Comecei a brincar com a situação, discretamente, claro. Durante o dia, eu botava uns shorts mais justos, sem cueca, só pra ver se ele reparava. Ficava sem camisa na maior parte do tempo, mostrando o corpo que eu malho pra caralho. Às vezes, me esticava na rede da varanda de um jeito que dava pra destacar o volume, sabe como é. Ele não dizia nada, mas eu via os olhares de canto de olho, disfarçados. O velho tentava esconder, mas tava na cara que algo mexia com ele. E, confesso, isso começou a me dar um tesão estranho. Não era só por provocar, era por saber que eu tava no controle daquela parada.
A coisa escalou de verdade numa noite de sábado. Estava um frio do caralho, chovendo forte lá fora, o vento batendo nas janelas. A gente decidiu ficar na sala, tomar um vinho que ele tinha guardado e assistir um filme qualquer na TV. O sofá era pequeno e desconfortável, então o tio Zé sugeriu botar um colchão de casal no chão, pra gente ficar mais à vontade. Eu topei na hora, já imaginando como ia jogar esse rolê. Ele pegou umas mantas, a gente se ajeitou no chão, cada um com seu copo de vinho, e o filme começou. Era um suspense meia-boca, mas nem tava prestando atenção. O clima tava pesado, não pela chuva ou pelo frio, mas pela tensão que eu mesmo tava criando.
Depois de uns dois copos de vinho, comecei a ficar mais soltinho, e ele também. A gente ria de bobagem, falava besteira, e eu percebi que era a hora de avançar um pouco. Primeiro, tirei a camisa, dizendo que tava quente apesar do frio. Ele olhou, mas não comentou nada, só tomou mais um gole. Depois, me deitei de lado, virado de costas pra ele, com a bunda meio empinada pro lado dele. Eu tava de short de tecido fino, sem cueca, e sabia que dava pra ver o contorno direitinho. Fiquei quieto, fingindo prestar atenção no filme, mas meu coração tava disparado. Queria ver até onde ele ia.
Passaram uns minutos, e eu senti o colchão mexer. Ele se ajeitou mais perto, tipo sem querer, mas dava pra sentir o calor do corpo dele. Eu não me mexi, só deixei rolar. Então, ouvi a respiração dele ficando mais pesada, meio ofegante. O filho da puta tava se tocando ali, do meu lado, achando que eu não ia perceber. Não sei se foi o vinho ou o tesão acumulado, mas resolvi instigar mais. Virei um pouco o quadril, empinando a bunda ainda mais na direção dele, e soltei um suspiro baixo, como se estivesse relaxando. Na real, eu tava testando o limite.
Ele parou por um segundo, como se tivesse levado um susto, mas logo continuou. O movimento do colchão tava mais óbvio agora, e eu sentia o tesão subindo em mim também. Meu pau tava duro pra caralho dentro do short, mas eu não queria me virar ainda. Queria que ele tomasse a iniciativa. Então, murmurei algo tipo “tá frio, né?”, só pra quebrar o silêncio, e me aproximei um pouco mais de costas, quase encostando nele. Senti a mão dele roçar de leve na minha coxa, como se testasse se eu ia reagir. Não reagi, só deixei. A mão ficou ali por uns segundos, depois subiu um pouco mais, apertando de leve a minha bunda por cima do short.
Porra, naquela hora meu coração quase saiu pela boca. Mas eu tava gostando, não vou mentir. Virei o rosto só um pouco, o suficiente pra ele ver que eu tava de boa, e murmurei: “Relaxa, tio, tá tudo certo.” Ele congelou por um instante, mas depois soltou um grunhido baixo, tipo de alívio, e continuou. A mão dele começou a explorar mais, descendo o short devagar, até sentir minha pele. Eu tava pelado agora da cintura pra baixo, e a mão calejada dele apertava minha bunda com força, como se não acreditasse no que tava acontecendo.
Não demorou muito pra eu sentir o pau dele roçando contra mim. Ele tava sem calça também, só de cueca, e dava pra sentir o volume duro e quente. Ele não tentou nada além disso, só ficou roçando, ofegante, enquanto apertava minha carne. Eu tava louco de tesão, mas não queria forçar a barra, então só empinei mais, deixando ele se esfregar à vontade. O velho tava no limite, dava pra perceber pelos gemidos abafados. Em poucos minutos, senti um calor úmido na minha coxa. Ele tinha gozado, sujando tudo, sem nem tirar a cueca.
A gente ficou quieto depois disso, só ouvindo a chuva e a TV ao fundo. Ele se afastou um pouco, meio envergonhado, e murmurou um “desculpa, Gabriel, não sei o que deu em mim”. Eu só ri baixo e disse: “Deixa quieto, tio, tá de boa. Fica entre nós.” Ele não falou mais nada, só se cobriu com a manta e fingiu dormir. Eu fiquei ali, ainda duro, pensando no que tinha acabado de rolar. Não sei se isso vai se repetir, mas confesso que o tesão tá falando alto. Essas férias tão longe de acabar, e algo me diz que ainda tem mais história pra contar.

