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Férias Proibidas na Casa de Praia
Conto

Férias Proibidas na Casa de Praia

ConfidenciaSensual
ConfidenciaSensual
17 de janeiro de 2026
199 visualizações
#erotismo
#taboo
#desejo
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5 min

Não sei se alguma vez na vida eu imaginei que algo assim pudesse acontecer comigo… Eu tinha 18 anos, era verão, aquelas férias escolares que parecem durar uma eternidade. Meus tios me convidaram pra passar umas semanas na casa de praia deles, um lugar meio isolado no litoral, com cheiro de mar entrando por todas as janelas e o som das ondas ao fundo o tempo todo. Minha família sempre foi muito tradicional, sabe? Aquela coisa de confiança, de proximidade, de achar que todo mundo é “de casa”. Talvez por isso eu nunca tivesse olhado pro meu tio de um jeito… diferente. Até aquele dia.

Tudo começou por causa de um notebook velho que eles tinham. Minha tia, toda desesperada, pediu pra eu dar uma olhada porque estava travando muito. “Você entende dessas coisas, né, Ju?” Eu não entendia tanto assim, mas topei ajudar. Enquanto formatava o treco, sei lá… a curiosidade bateu. Fui dar uma espiada no histórico de navegação. E aí… puta merda, o que eu vi me deixou sem chão. Nas madrugadas, alguém ali pesquisava um monte de pornô. E não era qualquer coisa não, era sempre “novinha isso”, “novinha aquilo”. Meu coração disparou na hora. Será que era ele? Meu tio? Não podia ser… ou podia? (e isso mudou tudo na minha cabeça).

Depois disso, eu não conseguia mais olhar pra ele do mesmo jeito. Ele estava na piscina um dia, de sunga, e eu fiquei lá, meio escondida na varanda, encarando o corpo dele. As gotas d’água escorrendo pelo peito, os braços fortes… Me peguei imaginando ele sentado no escuro, assistindo aqueles vídeos, cheio de tesão. Será que ele pensava em alguém夫人s like that? Meu tio, o marido da minha tia, era um cara na faixa dos 40, mas parecia mais novo, sei lá, tinha um ar de autoridade que mexia comigo. Me pergunto se eu estava ficando louca de tanto tesão ou se era só o calor do verão bagunçando minha cabeça.

Um dia, estávamos na cozinha, só nós dois. Ele passou por mim, roçando de leve a mão na minha cintura enquanto pegava algo na geladeira. Um toque tão simples, mas que fez minha pele arrepiar. Senti um calor subindo pela minha buceta, um desejo que eu não sabia que tinha. Será que ele fez de propósito? Será que ele sentia algo também? Fiquei me questionando, cheia de culpa. Poxa, ele era casado com minha tia, como eu podia estar pensando nisso? (hoje eu entendo que foi loucura, mas na hora…).

Teve uma noite que quase rolou algo. Estávamos no quintal, o céu estrelado, o som das ondas mais alto que nunca. Ele me olhou de um jeito que me fez tremer, um olhar de quem quer foder sem dizer uma palavra. Eu senti o tesão pulsar, mas aí… ouvimos um barulho vindo da casa e nos separamos rápido. Meu coração batia tão forte que parecia que ia explodir. Hesitei de novo, me sentindo uma puta por desejar algo tão errado. Mas, ao mesmo tempo, cada olhar dele parecia um convite. E eu estava começando a não querer dizer não.

Até que um dia, não aguentei mais. Ele me lançou um olhar provocador enquanto subíamos as escadas, como se estivesse me desafiando. Me pergunto se eu perdi a razão naquele momento, mas decidi ceder. No corredor, escondidos, ele me puxou e me beijou. Um beijo faminto, desesperado. As mãos dele, ásperas, explorando meu corpo, levantando minha blusa, apertando meus peitos. Eu sentia o volume da pica dele contra mim, dura, e só queria mais. Fui com ele pro quarto de hóspedes, o medo de sermos pegos só aumentando o tesão. Minha tia dormia no andar de cima, e qualquer barulho podia nos entregar.

No quarto, as coisas escalaram rápido. Ele me jogou na cama, tirou minha calça com pressa, rasgando quase a calcinha no processo. Eu gemia baixo, tentando não fazer barulho, enquanto ele chupava minha buceta como se estivesse faminto por mim. O cheiro de mar misturado com o calor dos nossos corpos era embriagador. Eu sentia o toque áspero das mãos dele na minha pele clara, cheia de sardas, e só queria que ele me fodesse logo.

E então… ele tirou a roupa, a pica dura apontando pra mim, e eu só conseguia pensar em como queria aquilo dentro de mim. Ele me pegou com força, metendo sem dó, cada estocada me fazendo morder o travesseiro pra não gritar. A cama rangia baixinho, e eu morria de medo de acordar alguém, mas o tesão era maior que tudo. Senti ele me foder com uma urgência que me deixava louca, a buceta apertada envolvendo ele todo. Meti o rosto no travesseiro, tentando abafar os gemidos enquanto gozava, o corpo tremendo, o clímax me acertando como uma onda. Ele gozou logo depois, quente, dentro de mim, e por um segundo o mundo parou.

Mas aí… a realidade voltou. Nos vestimos rápido, o coração ainda disparado, o suor colando na pele. Será que alguém ouviu? Será que minha tia desceu as escadas? Eu sentia um misto de culpa e excitação, como se tivesse feito algo imperdoável, mas que valia cada segundo. Olhei pra ele, ofegante, e ele só deu um meio sorriso, como se soubesse que aquilo não ia ser a última vez. E, puta que pariu, eu sabia que não seria mesmo.

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