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Jogo Perigoso no Churrasco
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Jogo Perigoso no Churrasco

LascivaIsabela
LascivaIsabela
04 de janeiro de 2026
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#tesão
#exposição
#sedução
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9 min

O cheiro de carne na grelha tomava o quintal, misturado ao som de risadas e copos tilintando. Era um sábado qualquer, desses que meu marido, Carlos, adora organizar pros amigos e alguns funcionários da firma dele. Eu tava ali, de vestido leve, pernas cruzadas debaixo da mesa comprida, sentindo o calor da tarde e o peso de olhares que eu fingia não perceber. Tinha algo no ar, uma tensão que não era só o álcool subindo à cabeça. Eu sabia que ia me meter em encrenca, mas o tesão de brincar com fogo sempre fala mais alto.

Carlos tava na churrasqueira, todo animado, contando piada pra um grupinho enquanto virava as linguiças. Eu, sentada na ponta da mesa, tomava minha caipirinha devagar, o gelo derretendo no copo, enquanto observava os outros. Foi quando meus olhos cruzaram com os de Rafael, um dos caras da equipe dele. Moreno, alto, com um jeito quieto mas um olhar que parecia me despir sem cerimônia. Ele tava do outro lado da mesa, mexendo no celular, mas percebi que não era o aparelho que prendia a atenção dele. Era eu.

— Tá gostando da festa, Rafa? — joguei a pergunta com um tom casual, mas meu sorriso dizia mais do que as palavras.

Ele levantou os olhos devagar, um canto da boca subindo num meio sorriso que me fez apertar as coxas de leve sob a mesa.

— Tô sim, dona Isabela. Tá tudo ótimo por aqui. — A voz dele era baixa, quase um murmúrio, mas carregada de algo que fez meu corpo reagir na hora.

Dona Isabela. Aquilo me irritou e ao mesmo tempo acendeu algo em mim. Eu sabia que ele tava sendo educado, mas também senti um desafio ali, como se estivesse me testando. E eu adoro ser testada. Dei um gole longo na caipirinha, sentindo o limão azedo na língua, e inclinei o corpo um pouco pra frente, deixando o decote do vestido mostrar mais do que deveria.

— Pode me chamar só de Isabela, sabe? Não sou tão formal assim. — Pisquei, descarada, enquanto mexia no canudo do copo com a ponta dos dedos.

Ele riu baixinho, balançando a cabeça como se soubesse exatamente onde eu queria chegar. E então, sem que ninguém percebesse, senti algo roçar na minha perna debaixo da mesa. Meu coração deu um salto, mas mantive a cara de paisagem. Era o pé dele, descalço, subindo devagar pela minha panturrilha. O toque era leve, quase imperceptível, mas o suficiente pra mandar um arrepio direto pra minha buceta. Olhei pra ele, tentando parecer surpresa, mas meus olhos deviam estar gritando tesão.

— Cuidado aí, Rafael. Alguém pode perceber — sussurrei, inclinando-me ainda mais, fingindo pegar um guardanapo que nem tava tão longe assim.

— E quem disse que eu tô preocupado com isso? — retrucou ele, também em voz baixa, o pé agora apertando de leve contra minha coxa. O filho da puta tava jogando pesado, e eu tava adorando cada segundo.

Olhei ao redor rápido. Carlos ainda tava distraído na churrasqueira, rindo alto com os outros. A mesa tava cheia de gente conversando, bebendo, ninguém parecia notar o que rolava por baixo do pano branco que cobria as pernas. Mas o risco só fazia tudo ficar mais gostoso. Meu coração batia forte, e eu sentia um calor subindo pelo peito, misturado com aquela pontada de culpa que sempre aparece mas nunca é suficiente pra me fazer parar.

Deslizei meu pé na direção dele, retribuindo o toque. Meu salto roçou na perna dele, subindo devagar até encontrar a parte interna da coxa. Vi os olhos dele escurecerem, a mandíbula apertando por um segundo antes de ele disfarçar com outro gole de cerveja. A gente tava brincando com algo perigoso, e eu sabia disso. Mas o desejo de ir além, de ver até onde aquilo podia chegar, era mais forte do que qualquer bom senso.

— Você é corajoso, hein? — provoquei, minha voz saindo mais rouca do que eu queria. — Não tem medo do que pode acontecer se alguém perceber?

Ele se inclinou pra frente agora, os cotovelos na mesa, o olhar fixo no meu.

— E você? Parece que tá gostando do perigo tanto quanto eu.

Aquilo foi como um soco no estômago. Ele tava certo. Eu tava amando cada segundo daquele jogo. O risco de sermos pegos, a adrenalina de flertar com alguém que eu não deveria nem olhar duas vezes, tudo isso fazia minha pele formigar e meu corpo pulsar. A mão dele sumiu debaixo da mesa por um instante, e então senti os dedos dele roçando na minha coxa, bem onde o vestido tinha subido um pouco. Um toque rápido, discreto, mas que fez minha respiração travar.

— Para com isso… — murmurei, mas minha voz não tinha convicção nenhuma. Meu corpo dizia o oposto, e ele sabia disso.

— Para você? Ou porque tá com medo? — perguntou, o tom carregado de provocação enquanto os dedos desenhavam círculos leves na minha pele.

Eu mordi o lábio inferior, tentando controlar a vontade louca de abrir as pernas ali mesmo e deixar ele ir mais longe. Mas então ouvi a voz do Carlos do outro lado do quintal.

— Isabela, amor, vem cá dar uma olhada nessa picanha! Tá no ponto que você gosta!

Meu coração quase parou. Rafael tirou a mão rapidinho, voltando a postura casual como se nada tivesse acontecido. Levantei da cadeira, alisando o vestido com as mãos trêmulas, e forcei um sorriso enquanto caminhava até Carlos. Mas meus olhos ainda cruzaram com os de Rafael por um segundo, e vi aquele brilho ali, prometendo que aquilo não tinha acabado.

Enquanto Carlos me mostrava a carne na grelha, falando animado sobre sei lá o quê, minha cabeça não saía daquele toque. Meu corpo ainda formigava onde os dedos dele tinham estado, e eu sabia que não ia conseguir ignorar isso pelo resto da tarde. Tava claro que a brincadeira sob a mesa era só o começo. E, sinceramente, eu não sabia se queria que parasse.

Voltei pra mesa depois de alguns minutos, sentando no mesmo lugar. Rafael ainda tava lá, conversando com outro cara, mas assim que nossos olhares se encontraram, senti aquele fogo acender de novo. Ele levantou uma sobrancelha de leve, como se perguntasse “e agora?”. E eu, burra ou corajosa demais, sorri de volta. Um convite silencioso.

A tarde foi passando, o sol começando a se pôr, e a bebida continuava rolando solta. As conversas ficavam mais altas, as risadas mais exageradas, e eu aproveitava cada chance pra trocar olhares ou toques discretos com Rafael. Uma vez ou outra, nossas mãos se esbarravam ao pegar algo na mesa, e cada contato era como uma faísca. Eu sabia que Carlos não fazia ideia do que rolava bem ali, na frente dele, e isso só aumentava meu tesão. Era errado, sujo, mas tão delícia que eu não conseguia parar.

Em algum momento, quando a maioria já tava bêbada ou distraída, Rafael se levantou e foi em direção à casa, dizendo que ia pegar mais gelo na cozinha. Nossos olhos se cruzaram antes dele entrar pela porta dos fundos, e eu entendi o recado. Esperei uns dois minutos, coração disparado, antes de inventar uma desculpa qualquer sobre precisar pegar algo dentro de casa.

Quando entrei na cozinha, ele já tava lá, encostado no balcão, segurando uma garrafa d’água como se estivesse só matando tempo. Mas o olhar dele me devorava inteira. Fechei a porta atrás de mim, o som abafado do quintal ficando distante.

— Você é louca, sabia? — disse ele, dando um passo na minha direção.

— E você é descarado — retruquei, mas já sentindo minhas pernas fraquejarem enquanto ele se aproximava.

Não teve tempo pra mais conversa. Ele me puxou pela cintura, e nossos lábios se colaram num beijo faminto, desesperado. O gosto da cerveja na boca dele misturado ao meu tesão era embriagante. Minhas mãos foram pros cabelos dele, puxando com força, enquanto as mãos dele apertavam minha bunda por baixo do vestido. Senti o pau duro contra mim, e um gemido escapou sem querer.

— Se alguém entra agora… — murmurei contra a boca dele, mas nem terminei a frase.

— Que entre. Tô pouco me lixando — grunhiu ele, me empurrando contra a pia enquanto uma das mãos descia entre minhas pernas.

Os dedos dele encontraram minha buceta já molhada por cima da calcinha, e eu quase gozei só com aquele toque. Mordi o ombro dele pra abafar um gemido mais alto enquanto ele massageava meu clitóris em círculos torturantes. Meu corpo tremia inteiro, dividido entre o desejo insano e o medo constante de sermos pegos. Mas era exatamente isso que tornava tudo tão foda.

— Quero te comer aqui mesmo — sussurrou ele no meu ouvido, a voz rouca me deixando ainda mais louca.

Mas antes que pudéssemos ir além, ouvimos passos se aproximando da porta. Nos separamos num pulo, eu arrumando o vestido às pressas enquanto Rafael pegava um saco de gelo do freezer como se nada tivesse acontecido. Era só um dos outros caras entrando pra pegar uma cerveja, mas meu coração tava na garganta.

Saí da cozinha primeiro, voltando pro quintal com as pernas bambas e o rosto quente. Sentei na mesa de novo, tentando agir normalmente enquanto conversava com uma das esposas dos amigos do Carlos. Mas meu corpo ainda pulsava, e cada vez que olhava pro Rafael voltando com o gelo, via aquele sorriso safado nos lábios dele. A gente não terminou o que começou ali, mas algo me dizia que não ia demorar muito pra isso acontecer.

O churrasco acabou tarde da noite, com todo mundo já meio torto de tanto beber. Carlos me abraçou na hora de arrumar as coisas, dizendo que tinha sido um dia perfeito. Sorri pra ele, concordando, mas por dentro eu sabia que “perfeito” não era bem a palavra. Perigoso. Proibido. Delícia. Essas sim definiam melhor.

Enquanto lavava os pratos sozinha depois que todos foram embora, não conseguia parar de pensar no toque do Rafael, no calor da boca dele na minha, naquela promessa silenciosa de algo mais. E, pela primeira vez em muito tempo, senti que talvez estivesse pronta pra explorar esse lado mais sombrio do desejo. Mesmo sabendo que podia dar merda. Ou talvez exatamente por causa disso.

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