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Me exibi pro vizinho
Conto

Me exibi pro vizinho

melissadavid
melissadavid
10 de janeiro de 2026
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#vizinho
#desejo
#traição
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Oi, gente, sou Melissa, 23 anos, trabalho como caixa num supermercado aqui no bairro. Vou contar uma parada que rolou comigo há umas semanas, algo que ainda me deixa com o coração acelerado só de lembrar. Tô casada há três anos com o Júnior, um cara de 28, caminhoneiro, que passa mais tempo na estrada do que em casa. Moramos num prédio simples, daqueles de corredor estreito, onde todo mundo meio que sabe da vida de todo mundo. Mas o que aconteceu com o vizinho novo do 402 foi além de qualquer fofoca de escada.

Era um sábado à tarde, Júnior tinha acabado de chegar de viagem e tava no banho, demorando como sempre. Eu tava no quarto, trocando de roupa pra sair com ele pra comprar umas coisas. Tirei a blusa e o short que uso pra ficar em casa, ficando só de calcinha e sutiã pretos, bem simples, mas que marcam minha bunda redonda e meus peitos médios. Enquanto pegava um vestido no armário, senti um arrepio estranho, como se tivesse alguém me olhando. Olhei pra janela, que fica de frente pro prédio ao lado, e vi o cara do 402, um moreno alto, de uns 30 anos, que tinha se mudado há uns dias. Ele tava na janela dele, sem camisa, com uma cerveja na mão, e os olhos cravados em mim. Não tinha como disfarçar, o safado tava me secando mesmo.

Primeiro, deu uma raiva misturada com vergonha. Pensei em fechar a cortina na hora ou gritar algo pra ele. Mas aí, sei lá, um calor subiu pelo meu corpo, uma vontade doida de provocar. Fazia tempo que eu não me sentia desejada assim, sabe? Júnior mal me olha mais, chega cansado, dorme ou fica no celular. Então, em vez de me esconder, resolvi brincar com o fogo. Olhei direto pra ele, sustentando o olhar, e dei um sorrisinho de canto de boca. Ele pareceu surpreso, mas não desviou, só tomou um gole da cerveja e continuou ali, como se me desafiasse.

Desci devagar o sutiã, deixando meus peitos à mostra. Meus mamilos já estavam duros, não sei se de nervoso ou de tesão. Passei a mão neles, apertando de leve, enquanto via o cara do outro lado quase engasgar com a cerveja. Ele largou a lata em algum lugar e se aproximou mais da janela, o olhar fixo, como se quisesse pular o espaço entre os prédios. Meu coração tava disparado, mas não era só medo de ser pega pelo Júnior. Era o risco, a adrenalina de fazer algo proibido.

Ouvi a água do chuveiro ainda correndo, então sabia que tinha uns minutos. Me virei de costas pro vizinho, empinando a bunda, e desci a calcinha bem devagar, deixando ela cair no chão. Fiquei nua, sentindo o olhar dele queimar minha pele. Me abaixei pra pegar o vestido no chão, de propósito, abrindo um pouco as pernas pra ele ver tudo. Quando olhei por cima do ombro, vi que ele tava com a mão dentro do short, se tocando descaradamente. Aquilo me deixou molhada na hora, minha buceta pulsando de um jeito que eu não sentia há meses.

Peguei o vestido, mas não vesti. Em vez disso, me sentei na cama, de frente pra janela, e abri as pernas só um pouco, só pra provocar mais. Passei a mão na minha barriga, descendo devagar até chegar na minha buceta, que já tava ensopada. Não enfiei os dedos, só alisei por cima, sentindo meu clitóris inchado, enquanto encarava o vizinho. Ele tava com uma cara de desespero, mexendo a mão rápido dentro do short, e eu sabia que tava quase gozando só de me ver.

De repente, ouvi o barulho da água parando no banheiro. Meu coração quase saiu pela boca. Levantei num pulo, peguei o vestido e vesti correndo, sem nem colocar calcinha ou sutiã. Fechei a cortina com um movimento rápido, mas não antes de dar uma última olhada pro vizinho, que tava com a cabeça encostada no vidro, ofegante, como se tivesse acabado de correr uma maratona. Dei um tchauzinho debochado com a mão e sumi da vista dele.

Júnior saiu do banheiro com a toalha na cintura, me olhou de relance e perguntou se eu tava pronta. Respondi que sim, tentando disfarçar a voz tremida e o calor que ainda tava no meu corpo. Meu vestido era leve, e eu sentia meus mamilos duros roçando no tecido, minha buceta molhada escorrendo pelas coxas. Enquanto descíamos pelo elevador, eu só pensava no vizinho, imaginando o que ele tava fazendo agora, se tinha gozado me vendo, se tava pensando em mim.

No mercado, mal prestei atenção no que Júnior falava. Minha cabeça tava no 402. Quando voltamos, passei pelo corredor olhando de canto de olho pra porta dele, mas não o vi. Nos dias seguintes, comecei a perceber que ele ficava mais na janela, sempre por volta do mesmo horário que eu trocava de roupa. Não abri mais a cortina de propósito, mas confesso que deixei a janela entreaberta algumas vezes, só pro caso de ele estar lá. Não sei se isso vai além de uma provocação, mas o tesão de ser desejada por um estranho, com o risco de ser pega, é algo que tá mexendo comigo de um jeito que não consigo explicar. Junior não desconfia de nada, mas eu sei que tô brincando com fogo. E, sinceramente, tô gostando do calor.

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