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No Calor da Madrugada
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No Calor da Madrugada

EncantosDeMel
EncantosDeMel
15 de julho de 2025
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#sensualidade
#balada
#desejo
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6 min

Oi, gente, eu sou a Carolina, ou como alguns me conhecem por aí, EncantosDeMel. Tenho 32 anos, sou jornalista, morena, 1,68m, cabelos castanhos compridos caindo pelas costas e uns olhos verdes que, modéstia à parte, já fisgaram muita gente. Não sou de ficar enrolando muito, então vou direto ao ponto: essa história que vou contar aconteceu há umas semanas, numa noite que começou despretensiosa, mas terminou me deixando com as pernas bambas e a cabeça rodando de tesão.

Era uma sexta-feira qualquer, tava cansada depois de uma semana puxada de trabalho, mas uma amiga me convenceu a sair pra uma balada no centro de São Paulo. Um lugar meio underground, sabe? Luzes baixas, cheiro de cigarro misturado com perfume barato, e um som eletrônico que parecia pulsar dentro do peito. Coloquei um vestido preto colado, curto o suficiente pra mostrar as coxas, e um salto alto que fazia minha bunda empinar direitinho. Eu sabia que tava gostosa, e confesso que queria um pouco de atenção naquela noite.

Cheguei lá por volta da meia-noite, pedi uma bebida e fiquei observando a galera. Foi quando eu vi ele. Um cara alto, devia ter uns 35 anos, barba por fazer, camisa social meio aberta no peito, mostrando uns pelos que me deixaram curiosa. Ele tava encostado no bar, com um copo na mão, e me encarou de um jeito que fez meu coração acelerar na hora. Não era só um olhar, era tipo um convite, sabe? Como se ele estivesse dizendo “vem cá que eu te mostro o que é prazer de verdade”.

Fiquei meio sem graça no começo, mas o álcool já tava fazendo efeito, então resolvi jogar o jogo. Me aproximei devagar, balançando os quadris, e pedi outra bebida bem do lado dele. Ele não perdeu tempo, se virou pra mim e soltou, com uma voz grave que me arrepiou inteira:

— Tá perdida por aqui, morena? Ou tá procurando encrenca?

Eu ri, joguei o cabelo pro lado e respondi, olhando direto nos olhos dele:

— Depende. Cê é encrenca ou só conversa fiada?

Ele sorriu de canto, um sorriso safado que já me deixou molhada só de imaginar o que vinha por aí. O nome dele era Rafael, e a gente ficou ali trocando umas ideias, mas a tensão sexual tava gritando entre a gente. Cada vez que ele falava, eu sentia a mão dele roçar de leve no meu braço, ou na minha cintura, e meu corpo inteiro reagia. Eu tava louca pra sentir mais, pra saber até onde aquilo ia.

Depois de umas bebidas, ele se aproximou mais, o rosto quase colado no meu, e sussurrou no meu ouvido:

— Tô afim de te levar pra um canto mais reservado. Cê topa?

Meu coração disparou, mas eu não sou de fugir de um desafio. Respondi com um sorrisinho:

— Mostra o caminho, então.

Ele me pegou pela mão e me levou pra um canto mais escuro da balada, perto de um corredor que levava pros banheiros. Não tinha ninguém por ali, só a gente, o som da música abafado e o calor dos nossos corpos. Ele me encostou na parede, as mãos firmes na minha cintura, e me beijou com uma fome que eu nunca tinha sentido antes. A língua dele invadia minha boca, e eu gemia baixinho, sentindo o volume na calça dele roçando na minha coxa.

— Cê é gostosa pra caralho, sabia? — ele murmurou, enquanto descia os beijos pro meu pescoço, mordiscando de leve.

Eu só consegui gemer um “hum-hum”, porque tava perdida naquele tesão todo. As mãos dele subiram pelo meu vestido, apertando minha bunda com força, e eu senti os dedos dele roçando na minha calcinha, que já tava encharcada. Eu tava submissa ali, deixando ele mandar, e confesso que isso me deixava ainda mais louca de desejo.

— Quero te foder aqui mesmo, Carolina. Cê deixa? — ele perguntou, com a voz rouca, enquanto apertava meu corpo contra o dele.

Eu tava tão fora de mim que só balancei a cabeça, ofegante. Ele não perdeu tempo, puxou minha calcinha pro lado e enfiou dois dedos em mim de uma vez. Eu soltei um gemido alto, sem nem me importar se alguém ouvia. Ele mexia os dedos com força, enquanto me beijava, e eu sentia meu corpo tremendo, quase gozando ali mesmo.

— Calma, gata, ainda não. Quero te sentir inteira — ele disse, tirando os dedos e abrindo o zíper da calça. Quando vi o pau dele, duro e grosso, pulsando na minha frente, quase perdi o fôlego. Ele me virou de costas, me encostando mais na parede, e levantou meu vestido. Senti a cabeça do pau dele roçando na minha entrada, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele meteu tudo de uma vez.

Eu gritei, um misto de dor e prazer, enquanto ele começava a bombar com força, segurando meus quadris. Cada estocada parecia me rasgar por dentro, mas era tão bom, tão intenso, que eu só pedia mais.

— Isso, geme pra mim, sua safada. Tô te fodendo gostoso, né? — ele dizia, entre grunhidos, e eu só conseguia responder com gemidos, sentindo o orgasmo se aproximando.

Não demorou muito pra eu gozar, meu corpo todo tremendo, enquanto ele continuava metendo sem parar. Ele segurou meu cabelo, puxando de leve, e sussurrou que ia gozar também. Senti o pau dele pulsar dentro de mim, e o calor do gozo dele me encheu, enquanto a gente ofegava junto, suados e exaustos.

Depois de uns minutos, a gente se ajeitou, trocou uns beijos mais calmos, e ele me deu o número dele, dizendo que queria repetir a dose. Eu voltei pra balada com as pernas moles, sentindo o corpo ainda quente de tudo que tinha rolado. Minha amiga me olhou com uma cara de “o que aconteceu?”, mas eu só sorri e disse que precisava de outra bebida.

Aquela noite ficou marcada na minha cabeça, e toda vez que penso nisso, sinto um calor subindo de novo. Rafael me mostrou o que é desejo de verdade, e eu sei que não vai ser a última vez que a gente se encontra. Quem sabe o que mais a gente pode explorar juntos?

E aí, o que acharam? Se quiserem saber mais ou compartilhar algo, tô aqui. Beijos quentes da Carolina!

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