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No Flash da Paixão
Conto

No Flash da Paixão

GabrielSensual
GabrielSensual
15 de julho de 2025
16 visualizações
#fotografia
#sensualidade
#proibido
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7 min

Meu nome é Gabriel, tenho 32 anos, sou fotógrafo e sempre tive um tesão do caralho em capturar momentos que ninguém mais vê. Não tô falando de paisagem ou retrato de família, não. Meu negócio é o proibido, o escondido, o que faz o coração bater mais rápido e a rola pulsar na calça. Sou alto, moreno, cabelo preto e olhos castanhos que já viram de tudo um pouco. E essa história que vou contar agora é sobre como eu me perdi de vez numa noite de pura sacanagem com a Larissa, uma modelo amadora que mexeu comigo de um jeito que eu não esperava.

Tudo começou num ensaio que marquei com ela num motel abandonado na estrada. Eu tinha ouvido falar desse lugar, um point meio sinistro, mas perfeito pra fotos com vibe urbana e decadente. Larissa, 25 anos, era uma mina que eu conheci pelo Instagram. Ela postava umas fotos sensuais, mas nada muito explícito, só o suficiente pra deixar qualquer um babando. Tinha um rabão empinado que parecia esculpido, pele branquinha com umas sardas leves, e um par de peitos que enchiam a mão só de imaginar. O rosto dela era angelical, com uma boca carnuda que pedia pra ser beijada – ou outras coisas. Marcamos o ensaio pra uma sexta à noite, e eu já tava com um pressentimento que ia rolar algo além de cliques.

Cheguei no motel abandonado umas 19h, com minha câmera pendurada no pescoço e uma mochila cheia de lentes e um tripé. O lugar era foda, todo pichado, com colchões velhos jogados pelos cantos e um cheiro de mofo misturado com umidade. As luzes da cidade ao longe davam um clima meio noir, perfeito pro que eu queria. Larissa chegou uns 15 minutos depois, de salto alto, uma saia curtíssima de couro e uma blusinha decotada que deixava metade dos peitos de fora. Meu pau já deu um salto na calça só de ver ela caminhando com aquele rebolado natural.

— E aí, Gabriel, pronto pra me transformar numa estrela? — ela disse, com um sorriso sacana e uma voz rouca que já me deixou louco.

— Prontíssimo, gostosa. Vai ser difícil não te comer com os olhos enquanto clico — respondi, direto, sem rodeio. Ela riu, jogando o cabelo pro lado, e já senti que o clima tava quente.

Começamos o ensaio com ela posando perto de uma parede cheia de grafites. Eu pedia pra ela empinar o rabo, abrir um pouco as pernas, olhar pra câmera com cara de quem quer foder. E ela fazia tudo com uma naturalidade que me deixava maluco. A cada clique, eu me aproximava mais, sentindo o cheiro doce do perfume dela misturado com o suor leve que começava a brotar na pele dela por causa do calor da noite. Minha rola tava dura como pedra, e eu nem tentava disfarçar.

— Tá gostando do que vê, hein, fotógrafo? — ela provocou, enquanto se abaixava de costas pra mim, mostrando a calcinha preta minúscula que mal cobria aquela xereca que eu imaginava ser gostosa pra caralho.

— Porra, Larissa, cê tá me matando. Se continuar assim, não vai ter ensaio, vai ter outra coisa — falei, com a voz grossa, já quase perdendo o controle.

Ela se virou, me encarando com aqueles olhos verdes que pareciam me desafiar. Então, sem falar nada, ela foi andando até um dos quartos abandonados do motel, me chamando com um gesto de dedo. Meu coração tava disparado, e eu larguei a câmera no tripé, indo atrás dela como um cachorro no cio.

Dentro do quarto, só tinha um colchão velho no chão e uma janela quebrada que deixava a luz da lua entrar. Larissa se encostou na parede, me olhando de um jeito que dizia “me pega agora”. Eu não pensei duas vezes. Cheguei perto, colei meu corpo no dela, sentindo aqueles peitos macios contra meu peito, e agarrei aquele rabão com as duas mãos, apertando com força.

— Quer brincar de verdade, é? — murmurei no ouvido dela, enquanto mordiscava o lóbulo da orelha. Ela gemeu baixinho, e isso foi o estopim.

— Me fode, Gabriel. Tô molhada desde que cheguei — ela sussurrou, e eu quase gozei só de ouvir isso.

Tirei a blusa dela com pressa, deixando aqueles peitos lindos livres. Chupei os mamilos com vontade, enquanto ela gemia e se esfregava em mim. Desci a mão por dentro da saia, sentindo a calcinha encharcada. Caralho, que xereca quente e molhada! Enfiei dois dedos de uma vez, sentindo ela se contorcer e gemer mais alto. Ela tava louca de tesão, e eu também.

— Porra, que delícia, Larissa. Cê é uma putinha safada, né? — falei, enquanto metia os dedos com mais força, sentindo ela tremer.

— Sou, sou sua putinha. Me come, vai, não aguento mais — ela implorou, e eu não precisava de mais convite.

Tirei a calça e a cueca num piscar de olhos, deixando minha rola dura, com a chapeleta brilhando de tanto tesão, na frente dela. Larissa se ajoelhou sem que eu pedisse, e começou a chupar como se tivesse fome. Caralho, que boca gostosa! Ela engolia tudo, lambendo e chupando com uma vontade que me deixava zonzo. Eu segurava o cabelo dela, guiando o ritmo, quase gozando ali mesmo.

Mas eu queria mais. Queria foder aquela xereca que tava me chamando. Levantei ela, virei de costas contra a parede, e arranquei a calcinha. Empinei o rabo dela e meti de uma vez, sem dó. Ela gritou, mas era de prazer, porque começou a rebolar contra mim, pedindo mais.

— Isso, mete fundo, seu filho da puta! Me arromba! — ela gritava, e eu obedecia, socando com força, sentindo aquela buceta apertada me engolir. O som da nossa pele batendo ecoava no quarto vazio, misturado com os gemidos dela e os meus grunhidos.

De repente, ouvi um barulho do lado de fora. Parei por um segundo, ofegante, e vi pela janela quebrada que tinha alguém ali, espiando. Um cara, não sei quem, tava nos observando, com a mão na calça, se tocando. Em vez de parar, aquilo me deu mais tesão. Sou voyeur, sempre fui, e ser observado enquanto fodia essa gostosa era um fetiche que eu não sabia que tinha tão forte.

— Tem alguém olhando, Larissa. Quer que eu pare? — perguntei, mas já sabendo a resposta, porque eu tava metendo de novo, devagar, só pra provocar.

— Não, deixa ele olhar. Deixa ele ver como eu sou fudida por você — ela respondeu, com a voz carregada de tesão, e rebolou mais forte.

Eu perdi o controle de vez. Meti com tudo, agarrando os peitos dela, enquanto sentia o olhar do cara lá fora. Gozei como nunca, enchendo ela de porra, enquanto ela tremia e gritava, gozando junto comigo. Ficamos ali, ofegantes, suados, com o coração disparado. Quando olhei de novo pra janela, o cara tinha sumido.

Depois disso, a gente se vestiu, rindo da situação, mas com aquele clima de cumplicidade. Peguei minha câmera, fiz mais uns cliques dela, agora com o rosto corado e o olhar de quem acabou de ser bem comida. Sabia que aquelas fotos iam ser as melhores da minha carreira.

— Isso foi loucura, Gabriel. Mas eu quero mais — ela disse, antes de ir embora, me dando um beijo demorado.

E eu sabia que isso era só o começo. Porque, caralho, quando o desejo bate, não tem como segurar. E eu tava pronto pra explorar cada canto daquele tesão com a Larissa, nem que fosse no meio de um lugar abandonado, com ou sem plateia.

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