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Noite de Fogo na Praia Deserta
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Noite de Fogo na Praia Deserta

GabrielSensual
GabrielSensual
15 de julho de 2025
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#sensualidade
#praia
#encontro
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5 min

Oi, eu sou o Gabriel, fotógrafo de 32 anos, moreno, alto, com um olhar que já ouvi dizer que desmonta qualquer um. Sempre fui um cara curioso, daquele tipo que não resiste a um mistério, ainda mais se tiver um rabão ou um olhar provocante no meio. E foi numa dessas noites quentes de verão, numa praia deserta aqui no litoral de São Paulo, que minha vida deu uma guinada que eu não esperava.

Eu tava lá, sozinho, com minha câmera pendurada no pescoço, tentando capturar o reflexo da lua no mar. Era quase meia-noite, o calor tava insuportável, e o silêncio só era quebrado pelo barulho das ondas. De repente, ouvi um som de passos na areia. Olhei pro lado e vi uma mulher caminhando na minha direção. Uma morena, dessas que parecem saídas de um sonho molhado. Cabelo longo, molhado, colado no corpo, um biquíni preto minúsculo que mal cobria aquele rabão empinado. Ela andava com uma confiança que me fez engolir seco.

— Perdido por aqui, gato? — perguntou ela, com uma voz rouca, daquelas que já te deixam com o pau meio duro só de ouvir.

— Eu? Não, só caçando umas fotos. E você, o que faz sozinha numa praia deserta a essa hora? — respondi, tentando parecer tranquilo, mas meu olhar já tava devorando cada curva daquele corpo.

Ela deu um sorrisinho safado e chegou mais perto. O cheiro dela, um misto de sal e perfume doce, me pegou de jeito.

— Tô fugindo de uns problemas. E você parece o tipo de problema que eu quero arrumar agora — disse ela, mordeu o lábio e passou a mão no meu peito.

Cara, naquela hora eu sabia que não tinha volta. Meu sangue tava fervendo, e o tesão tava me dominando. Larguei a câmera na areia, sem nem pensar, e puxei ela pela cintura. O corpo dela colado no meu era quente, macio, e eu podia sentir a respiração dela acelerada.

— Qual teu nome, gostosa? — perguntei, enquanto minha mão já descia pro rabão dela, apertando com força.

— Pode me chamar de Lu. E você, vai só ficar perguntando ou vai me mostrar o que sabe fazer? — retrucou ela, com um olhar que era puro desafio.

Não precisei de mais nada. Beijei ela com vontade, minha língua invadindo a boca dela, enquanto minhas mãos exploravam cada pedaço daquele corpo. Ela gemia baixo, e isso só me deixava mais louco. Tirei o biquíni dela com um puxão, e ver aqueles peitos durinhos, com os bicos arrepiados, me fez perder o resto da razão. Caí de boca neles, chupando com força, enquanto ela puxava meu cabelo e gemia mais alto.

— Isso, seu safado, chupa gostoso! — dizia ela, empurrando minha cabeça contra o peito dela.

Eu tava no limite. Meu pau já tava duro feito pedra dentro da bermuda, e eu sabia que não ia aguentar muito tempo. Puxei ela pra areia, deitei ela de costas e tirei minha roupa num piscar de olhos. Quando ela viu minha rola, deu um sorriso de canto de boca.

— Caralho, que caput de fusca gostoso. Vem, mete em mim, vai! — pediu ela, abrindo as pernas e mostrando aquela xereca lisinha, já brilhando de tesão.

Eu não pensei duas vezes. Me posicionei entre as pernas dela, esfreguei a chapeleta na entrada, sentindo o calor e a umidade, e meti devagar, só pra provocar. Ela gemeu alto, cravando as unhas nas minhas costas.

— Para de brincadeira e mete com força, porra! — mandou ela, e eu obedeci na hora.

Comecei a socar com tudo, sentindo aquela xereca apertada me engolindo. O som dos nossos corpos batendo, misturado com os gemidos dela e o barulho do mar, era a coisa mais louca que eu já tinha vivido. Eu dominava o ritmo, ora rápido, ora devagar, só pra ver ela se contorcer de prazer.

— Tá gostando, sua safada? Fala pra mim! — eu dizia, enquanto apertava os peitos dela e dava uns tapas leves naquele rabão.

— Tô amando, caralho! Continua, não para, me fode gostoso! — respondia ela, com a voz entrecortada de tanto tesão.

O calor tava insuportável, o suor escorria dos nossos corpos, mas nada disso importava. Eu tava perdido naquela mulher, naquele momento. Sentia que ela era um mistério, que tinha algo que ela não tava me contando, mas o tesão falava mais alto.

De repente, ela me empurrou e subiu em cima de mim. Sentou no meu pau com tudo, rebolando como se quisesse me quebrar. Eu só conseguia gemer e segurar aquele rabão, enquanto ela cavalgava com força.

— Agora quem manda sou eu, gato. Aguenta firme! — disse ela, com um olhar de pura dominação.

Eu tava nas mãos dela, e confesso que adorei. Cada rebolada dela me levava mais perto do gozo, e eu sabia que não ia segurar muito.

— Lu, eu vou gozar, porra! — avisei, sentindo tudo se apertar.

— Goza, então! Goza comigo, vai! — respondeu ela, acelerando ainda mais.

Explodimos juntos, eu gozando dentro dela, sentindo cada espasmo do corpo dela enquanto ela gritava de prazer. Ficamos ali, ofegantes, na areia, com o mar como testemunha do que tinha acabado de acontecer.

Depois de uns minutos, ela se levantou, pegou o biquíni e começou a se vestir. Eu ainda tava tentando entender o que tinha rolado, aquele misto de tesão e curiosidade me consumindo.

— Vai embora assim, sem nem me contar quem você é de verdade? — perguntei, enquanto me vestia também.

Ela virou pra mim, com aquele sorriso safado de novo, e falou:

— Algumas coisas são melhores como mistério, gato. Quem sabe a gente se encontra de novo por aí.

E então, ela foi embora, caminhando pela praia, desaparecendo na escuridão. Eu peguei minha câmera, olhei pro mar, e sabia que aquela noite ia ficar marcada na minha memória pra sempre. Uma mulher sem nome, um desejo sem limites, e uma história que só eu e o mar conhecemos.

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