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Noite no Motel com Dois Desconhecidos
Conto

Noite no Motel com Dois Desconhecidos

ApaixonadoPorHomens
ApaixonadoPorHomens
15 de julho de 2025
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#erotismo
#aventura
#encontro casual
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7 min

Oi, galera, meu nome é Henrique, e se vocês tão aqui, já sabem que eu não sou de rodeios. Sou designer, 32 anos, 1,78m, branquinho, cabelo preto e olhos castanhos que, modéstia à parte, já seduziram uns e outros por aí. Sempre fui curioso, meio safado, e adoro uma adrenalina. Então, vou contar pra vocês uma história que aconteceu comigo há umas semanas, e que ainda me deixa de pau duro só de lembrar.

Tudo começou numa sexta-feira à noite, depois de um dia cansativo de trabalho. Eu tava de saco cheio, sentado no sofá de casa, rolando o Grindr sem muita esperança. Queria algo diferente, sabe? Algo que me tirasse da mesmice. Foi aí que vi um perfil de um cara, o Thiago, 28 anos, moreno, corpo malhado, que tava afim de uma aventura. Ele sugeriu um rolê num motel aqui perto de São Paulo, e, pra minha surpresa, disse que tinha um amigo, o Lucas, que também tava na vibe. Os dois queriam um ménage, e eu, bom, nunca recuso um convite desses. Marquei com eles num barzinho antes, só pra ver se a química rolava, e depois a gente decidiria o próximo passo.

Cheguei no bar por volta das 22h, tava meio nervoso, mas com um tesão danado. Thiago era exatamente como nas fotos: alto, moreno, com um sorriso sacana que já dizia tudo. Lucas era mais reservado, loirinho, magro, mas com um olhar que parecia me despir ali mesmo. Tomamos umas cervejas, rimos, e o papo fluiu fácil. Não demorou muito pra Thiago botar a mão na minha coxa por baixo da mesa e sussurrar no meu ouvido: “Bora pro motel? Tô louco pra te ver pelado.” Meu coração disparou, e eu só consegui assentir.

Pegamos um Uber e fomos pro motel mais próximo. Escolhemos uma suíte com espelhos no teto e uma banheira de hidromassagem, mas, sinceramente, a gente nem ligou pra isso. Mal entramos no quarto, e Thiago já me puxou pela camisa, me beijando com força. A boca dele era quente, e eu senti o pau dele duro encostando na minha calça enquanto Lucas assistia, encostado na parede, com um sorriso de canto de boca. “Tira a roupa, Henrique. Quero ver tudo”, ele mandou, com uma voz grave que me fez arrepiar.

Eu obedeci, tirando a camisa e a calça jeans devagar, sentindo os olhos com os dois me devorando com os olhos. Fiquei só de cueca, o pau já marcando o tecido, e Thiago se aproximou, passando a mão no meu peito e descendo até apertar minha rola por cima da cueca. “Caralho, tu é uma gostosura, hein?”, ele disse, rindo, antes de me virar de costas e me empurrar de leve contra a cama. Lucas veio por trás, e eu senti as mãos dele nas minhas costas, descendo até a bunda. “Relaxa, a gente vai te fazer gozar como nunca”, ele murmurou no meu ouvido, e eu quase tremi de tesão.

Thiago tirou a roupa rapidinho, e eu vi o pau dele, grosso e duro, apontando pra mim como se pedisse pra ser chupado. Lucas também se despiu, e o corpo dele, embora mais magro, tinha uma pegada que me deixava louco. Eles me mandaram deitar na cama, e eu obedeci, sentindo o coração bater forte. Thiago se ajoelhou entre minhas pernas, tirou minha cueca e começou a me chupar com uma fome que eu nunca vi. A boca quente dele subindo e descendo no meu pau me fez gemer alto, enquanto Lucas se posicionava do meu lado, me beijando e apertando meus mamilos com força. “Geme mais, safado, quero ouvir tudo”, Lucas mandou, e eu não consegui segurar, soltando um gemido rouco enquanto Thiago lambia cada canto de mim.

Depois de uns minutos, eles trocaram de posição. Lucas desceu pra me chupar, enquanto Thiago subiu, colocando o pau dele perto da minha boca. “Chupa, vai, quero sentir essa boca gostosa”, ele disse, e eu não pensei duas vezes. Peguei o pau dele com a mão, sentindo o peso e a rigidez, e comecei a chupar, lambendo a cabeça e descendo até onde dava. Ele gemia alto, segurando minha cabeça e ditando o ritmo, enquanto Lucas me deixava louco lá embaixo. O tesão era tanto que eu sentia que ia gozar a qualquer momento, mas eles não deixaram. “Calma, a gente ainda tem muito pra fazer com você”, Thiago disse, com um olhar de quem tava no comando.

Eles me colocaram de quatro na cama, e eu senti um frio na espinha misturado com um calor que subia pelo corpo. Thiago pegou um lubrificante na bolsa que tinha trazido e passou nos dedos, enquanto Lucas se posicionava na minha frente, me beijando e segurando meu queixo. “Relaxa, Henrique, vai ser gostoso”, Thiago falou, e eu senti os dedos dele me preparando, devagar, mas com firmeza. Caralho, aquilo era bom demais, e eu gemia sem parar, sentindo meu corpo se abrir pra ele. Lucas sorria, me olhando nos olhos. “Tá gostando, né, safado? Quero ver você pedindo mais.”

E eu pedi. Pedi pra Thiago me comer, pedi pra sentir tudo. Ele pegou uma camisinha, colocou com calma, e logo eu senti a cabeça do pau dele me invadindo. Doeu um pouco no começo, mas o tesão era tanto que logo virou prazer puro. Ele começou a se mexer devagar, depois foi aumentando o ritmo, enquanto Lucas segurava meu rosto e me fazia chupar o pau dele. Eu tava no meio dos dois, sendo usado de um jeito que nunca imaginei, e adorando cada segundo. “Caralho, que bunda gostosa, Henrique, tô quase gozando”, Thiago grunhiu, e eu só conseguia gemer, com a boca cheia do pau do Lucas.

A gente mudou de posição várias vezes. Em um momento, Lucas me comeu enquanto eu chupava Thiago, em outro, eles me colocaram deitado de costas, com as pernas abertas, e se revezaram, um me comendo enquanto o outro assistia e batia punheta. O espelho no teto mostrava tudo, e eu me peguei olhando pra gente, três caras suados, cheios de tesão, se entregando sem pudor. Aquilo me deixou ainda mais louco, saber que eu tava ali, sendo o centro das atenções, me exibindo pros dois.

Depois de um tempo que parecia uma eternidade, Thiago avisou que ia gozar. Ele tirou a camisinha e gozou no meu peito, gemendo alto, enquanto Lucas acelerava o ritmo dentro de mim. Eu não aguentei mais, peguei meu pau e comecei a me tocar, gozando com tanta força que quase perdi o fôlego. Lucas gozou logo depois, caindo ofegante do meu lado. A gente ficou ali, deitados na cama, suados, ofegantes, rindo de como a noite tinha sido insana.

“Caralho, Henrique, tu é foda”, Thiago disse, ainda tentando recuperar o ar. Lucas só riu e concordou. “Se quiser repetir, é só chamar.” Eu sorri, sabendo que provavelmente ia querer, sim. A gente tomou banho juntos, brincando um pouco mais na banheira, mas sem forças pra outra rodada. Depois, nos despedimos no estacionamento do motel, com a promessa de um novo encontro.

Voltei pra casa de Uber, com o corpo cansado, mas a cabeça a mil. Nunca imaginei que uma noite que começou sem grandes expectativas ia virar isso. Ainda sinto o cheiro deles na minha pele, o toque, os gemidos. E, confesso, tô aqui escrevendo isso com um tesão danado de novo. Se você curtiu, quem sabe não conto mais aventuras? Tô sempre aberto a novas experiências, e, se depender de mim, essa não vai ser a última vez que me jogo de cabeça num rolê desses.

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