Oi, gente. Sou Gabriel, 32 anos. Casado com a Ana, uma morena de 28, com um rabão que me deixa louco. A gente resolveu passar um fim de semana prolongado num chalé isolado no interior. Longe de tudo. Só mato em volta. Cheirava a terra molhada. Tinha uns passarinhos cantando o dia todo. O dono era um senhor de 50 anos, charmoso, viúvo. Chamava-se Paulo. Ele morava ali perto e cuidava do lugar. Interagia com a gente de forma casual. Tipo, oferecia café da manhã e conversava sobre o tempo.
Não sei se foi coincidência. Mas no primeiro dia, vi o Paulo olhando pra Ana enquanto ela se arrumava na varanda. Ela tava de shortinho curto, curvada pra amarrar o tênis. Os olhos dele fixos no rabão dela. Parecia que tava comendo ela com os olhos. Isso despertou algo em mim. Um fetiche de corno, sei lá. Me pergunto se isso é normal. Talvez eu seja doido. Dizem que esses desejos vêm do nada.
Aí não parei de pensar nisso. De noite, deitado na cama, revivia o momento. Imaginava ele espiando ela trocar de roupa. Ou tocando nela escondido. Fiquei excitado só de recordar. Minha chapeleta endurecia sozinha. Será que eu tava arriscando meu casamento? Me pergunto se isso vai me destruir um dia.
No dia seguinte, comecei a posicionar a Ana em poses provocantes. Tipo, pedi pra ela se curvar pra pegar uma cesta de frutas perto do Paulo. Ela nem percebeu. Achou que era só pra ajudar. Ele olhou de novo. Discretamente. Meu corao acelerou.
Escalui as provocaes. Fiz ela usar um vestido leve, sem calcinha por baixo. Perto dele, na hora do almoço. Ventava um pouco. O tecido colava no rabão dela. Paulo fingia não ver, mas eu notava os olhares. Talvez ele soubesse que eu tava instigando. Ou não. Ninguém falava nada.
A tensão crescia. Eu e ele trocávamos olhares furtivos. Tipo, na hora do jantar. Ana ria de algo bobo. Ele sorria, mas os olhos iam pra xereca dela marcada no vestido. Ninguém mencionava. Era uma tensão sexual não dita. Me pergunto se ela sentia também.
Fui mais longe. Arranjei uma massagem na Ana, na sala. Visível pra ele da janela. Ela deitada de bruços, eu massageando as costas. O rabão exposto um pouco. Paulo passou por ali "por acaso". Olhou rápido. Meu tesão subiu.
Mas aí hesitei. Será que tava arriscando demais? Esse fetiche de exibio, com um toque de incesto-adjacente, me deixava com medo. (E se ela descobrisse? Mudaria tudo.) Pensei em parar. Mas não consegui.
No terceiro dia, flagrei ele. Após uma provocao minha – Ana nadando na piscina com biquíni fio dental – vi Paulo escondido atrás de uma árvore. Se masturbando. Pensando nela, com certeza. A mão no pau dele, batendo rápido. Fiquei parado, espiando. Meu tesão explodiu. Não sei se ele me viu. Mas confirmei tudo.
Aquilo me motivou. Voltei pro chalé. Iniciei com Ana. Beijos quentes no pescoço. Minhas mãos no rabão dela. Ela gemeu suave. (Ela era casada comigo, mas naquele momento parecia de outro.) Tirei o vestido dela devagar. O tecido roçando a pele. Cheirava a suor e desejo.
Preliminares intensas. Lambi os peitos dela. Dedos na xereca úmida. Ela se contorcia. Toques exploratórios no corpo todo. Gemidos suaves ecoavam no quarto. Senti o calor dela. Ah, esqueci de mencionar que o chalé tinha paredes finas. Talvez o Paulo ouvisse.
Dominei ela. Penetrei vigorosa. Minha chapeleta entrando na xereca apertada. Meti, meti, meti sem parar. Ela gemia alto. Gostosa, muito gostosa. Eu no controle total.
Clímax veio junto. Ejaculei forte dentro dela. Ela tremeu toda.
Depois, refleti. O fetiche realizado me deixou satisfeito. Mas será que repetiria? Sei lá... (Hoje entendo que foi loucura.) Voce não imagina como foi excitante. E então... acabou o fim de semana. Voltamos pra casa. Mas aquele olhar do Paulo fica na mente.

