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O TESÃO NA VIAGEM DE TRABALHO
Conto

O TESÃO NA VIAGEM DE TRABALHO

ConfidenciaSensual
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16 de julho de 2025
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#traição
#trabalho
#viagem
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5 min

Oi, gente, meu nome é Juliana, tenho 33 anos, e vou contar uma história que aconteceu comigo há uns meses atrás. Desculpa se tiver erro de português, mas sou dessas que escreve como fala, bem na real mesmo. Então, bora lá, que essa história tá cheia de fogo e tesão, do jeito que eu gosto.

Eu trabalho numa empresa de eventos aqui em São Paulo, e de vez em quando a gente tem que viajar pra organizar umas feiras e tal. Dessa vez, me mandaram pra Florianópolis, junto com um colega de trabalho, o André. Ele é um cara de uns 40 e poucos, casado, mas sempre teve um jeitinho safado de me olhar, sabe? Aqueles olhos que parece que tão despindo a gente. Eu, que não sou boba nem nada, já tinha percebido, mas nunca dei muita bola, porque sou comprometida, né. Só que o tesão, meu povo, o tesão é foda, ele não obedece regra nenhuma.

Chegamos lá em Floripa, era um calor dos inferno, e a gente tava hospedado num hotel bacana, pertinho da praia. No primeiro dia, trabalhamos que nem loucos, montando o stand da feira, correndo de um lado pro outro. No final do dia, tava morta, mas o André me chamou pra tomar um drink no bar do hotel, só pra relaxar. Eu hesitei um pouco, porque sabia que ali podia rolar uma parada, mas o cansaço e a curiosidade falaram mais alto. Aceitei.

A gente sentou no bar, pediu umas caipirinhas, e começou a conversar. Primeiro era só papo de trabalho, mas logo o álcool subiu, e o clima mudou. Ele começou a falar que sempre achou minha bunda linda, que eu tinha um jeito sexy de andar, que dava vontade de agarrar. Eu ri, meio sem graça, mas confesso que minha buceta já tava pulsando só de ouvir aquilo. Eu sou dessas, gente, o tesão me domina. Falei pra ele parar com graça, que ele era casado, que eu também tinha alguém, mas ele só riu e falou: “Juliana, ninguém vai saber, só a gente aqui, longe de casa, um segredinho nosso.”

Aquilo me acertou em cheio. Eu tava com um fogo danado, fazia semanas que não transava direito com meu namorado, por causa da correria. Então, deixei o papo rolar. Ele começou a passar a mão na minha coxa por baixo da mesa, e eu não tirei. Pelo contrário, abri um pouco mais as pernas, deixando ele sentir o calor da minha pele. Meu coração tava disparado, mas o desejo tava maior que qualquer medo ou culpa.

Depois de mais umas bebidas, ele sugeriu de subir pro quarto dele, só pra “conversar mais”. Eu sabia que não ia ser só conversa, e mesmo assim, topei. No elevador, a gente já tava se encarando com fome, e mal a porta do quarto fechou, ele me agarrou com força, me prensando na parede. O beijo dele era quente, desesperado, e eu retribuí na mesma pegada. Ele passou a mão na minha bunda, apertando, e eu já tava gemendo baixinho no ouvido dele, pedindo mais.

Ele me jogou na cama, tirou minha roupa num piscar de olhos, e começou a chupar meus peitos com uma vontade doida. Eu tava louca, arranhando as costas dele, falando pra ele me foder logo, que eu tava precisando de uma pica dura dentro de mim. Ele riu, chamou eu de puta safada, e eu adorei ouvir isso. Gosto de um papo sujo na hora do sexo, me deixa com mais tesão ainda.

Ele tirou a calça, e quando vi aquela pica grossa, quase gozei só de olhar. Pedi pra chupar, porque adoro sentir um pau na boca, e ele deixou. Fiquei de joelhos, lambendo, engolindo tudo, enquanto ele gemia e puxava meu cabelo. Depois, ele me botou de quatro na cama, deu uns tapas na minha bunda, e meteu sem dó. Gente, que delícia! Eu gemia alto, pedindo pra ele não parar, pra me foder mais forte, que eu queria gozar naquela pica gostosa.

A gente transou por um tempão, mudando de posição, suando, falando um monte de sacanagem. No final, ele gozou dentro de mim (tava segura com anticoncepcional, claro), e eu gozei junto, tremendo toda, sentindo aquela onda de prazer me tomar inteira. Depois, a gente ficou deitado um tempinho, ofegante, rindo da loucura que tinha feito.

No dia seguinte, foi estranho, né? Trabalhar do lado dele como se nada tivesse acontecido. Mas a gente combinou que ia ficar só naquela noite, que era um segredo nosso. Só que, confesso, toda vez que olho pra ele agora, sinto um arrepio, um tesão danado de repetir a dose. Será que eu tô virando uma puta mesmo? Ou é só o tesão falando mais alto? Sei lá, só sei que aquela foda em Floripa foi uma das melhores da minha vida.

Espero que tenham gostado do relato. Se quiserem, conto outras aventuras, porque olha, minha vida sexual não é nada monótona, rs. Beijos, Juliana.

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