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O video da prima
Conto

O video da prima

anacondo
anacondo
01 de fevereiro de 2026
85 visualizações
#prima
#celular
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Tempo
5 min

Era uma tarde comum quando meu celular vibrou com uma mensagem inesperada. Abri sem pensar muito e vi que era um vídeo enviado pela minha prima Larissa. Antes que eu pudesse assistir, chegou outra mensagem dela: “Não abre, foi engano, apaga por favor!”

A curiosidade venceu. Cliquei e era exatamente o que ela não queria que eu visse: uma cena bem explícita de sexo. Meu coração acelerou na hora. Fiquei alguns segundos olhando a tela preta depois que o vídeo acabou, processando.

Mandei uma mensagem brincando: “Prima… que isso hein? Tá mandando presentinho pra família agora?” Ela respondeu quase imediatamente, cheia de vergonha: “Ai meu Deus, apaga isso, por favor! Foi pro grupo errado, tô morrendo aqui.”

Comecei a zoar de leve, mas logo a conversa mudou de tom. Perguntei se ela curtia aquilo, se era dela mesma ou se era só zoeira. Ela ficou enrolando, mas acabou respondendo coisas tímidas: que às vezes gravava sozinha, que tinha curiosidade… Fui entrando no assunto devagar, perguntando o que ela gostava, o que a deixava louca. Quanto mais ela respondia, mais eu sentia o sangue subir.

No dia seguinte inventei uma desculpa qualquer pra ir na casa da tia. Chegando lá, quem abriu a porta foi ela, sozinha. Tinha acabado de tomar banho: cabelo molhado caindo nos ombros, uma regata cinza fina que marcava tudo e um shortinho bem curto. O cheiro de shampoo invadiu meu nariz e eu já senti o volume crescendo na calça.

Ela olhou pra baixo, viu e deu um sorrisinho safado: “Nossa… isso tudo é por minha causa?” Respondi sem rodeio: “É. E nem disfarça que você gostou de ver.”

Ela mordeu o lábio, deu um passo pra frente e me puxou pra dentro. Fechou a porta e já veio com a boca na minha. O beijo foi urgente, quente, com língua brigando uma na outra. Minhas mãos desceram direto pra bunda dela, apertando com força, puxando o corpo dela contra o meu. Senti a buceta dela quente roçando no meu pau por cima da roupa. Ela tremeu inteira e sussurrou: “Vem comigo…”

Me levou pro quarto dela. Assim que a porta fechou, comecei a beijar o pescoço devagar, mordiscando de leve, falando baixinho no ouvido dela coisas bem safadas: que tava louco pra provar ela inteira, que imaginava isso fazia tempo. Ela gemia baixinho, já tirando minha camisa. Passou as mãos no meu peito e murmurou: “Adoro homem peludo assim… me dá um tesão…”

Tirei a regata dela e quase perdi o ar. Seios firmes, bicos rosados e duros. Ataquei com a boca, chupando forte, mordendo de leve, alternando entre os dois. Ela jogava a cabeça pra trás, gemendo alto. Desci a mão por dentro do short, sentindo ela molhada por cima da calcinha. Comecei a esfregar devagar, sentindo ela rebolar na minha mão.

Tirei o short dela bem devagar. Ficou só de calcinha preta fio-dental. Olhei admirando, passando a mão na coxa, na virilha. Ela perguntou com voz rouca: “Vai ficar só olhando?” “Quero ver você tirando.”

Ela desceu a calcinha devagar, revelando uma buceta lisinha, inchada de tesão. “Toda sua”, ela disse.

Deitei ela na cama e caí de boca. Chupei devagar no começo, lambendo os lábios, depois focando no clitóris, enfiando a língua. Ela gemia alto, segurava minha cabeça, rebolava na minha cara. Gozou forte, tremendo toda, enchendo minha boca do gosto dela.

Ainda ofegante, ela pediu: “Quero te chupar também… vem aqui em cima de mim.”

Fizemos um 69. Ela deitou por cima, engoliu meu pau inteiro, chupando com vontade, lambendo as bolas, gemendo com a boca cheia. Eu atacava a buceta e o cuzinho dela com a língua, sentindo ela pulsar. Ficamos um tempo assim até ela gozar de novo na minha boca, se contorcendo toda.

Aí ela virou, olhou pra mim com cara de safada e disse: “Goza na minha boca, quero sentir.”

Começou a me masturbar enquanto chupava forte. Não aguentei muito. Anunciei e gozei bastante, enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, continuou chupando até deixar meu pau bem limpo e duro de novo.

Sem perder tempo, ela subiu em cima, encaixou e começou a cavalgar. Rebolava gostoso, subia e descia, apertando os seios dela mesma enquanto gemia alto. Falava coisas tipo: “Nunca gozei tanto… você fode muito gostoso… continua, seu puto…”

Segurei a cintura dela, bati na bunda com força, deixei marcas vermelhas. Ela adorava. Quando senti que ia gozar de novo, ela pediu: “Dessa vez dentro… enche minha buceta…”

Virei ela de quatro, segurei firme nos quadris e meti tudo de uma vez. Ela gritou de prazer misturado com um pouquinho de dor, mas empinou mais a bunda pedindo. Fodi forte, fundo, batendo a pelve na bunda dela. Ela gemia alto, pedia mais, pedia pra bater. Gozei forte dentro dela, enchendo tudo, e ela gozou junto, apertando meu pau lá dentro.

Caímos na cama suados, ofegantes, rindo baixinho. Ela virou pro lado, passou a mão no meu peito e falou: “Isso aqui não pode parar…”

E aí… o que você acha que aconteceu depois? 😏

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