0%
Peguei a Calcinha da Sobrinha na Noite de Natal
Conto

Peguei a Calcinha da Sobrinha na Noite de Natal

mateusemachado
mateusemachado
04 de janeiro de 2026
210 visualizações
#proibido
#desejo
#natal
Views
210
Likes
0
Tempo
6 min

A casa da minha irmã tava um verdadeiro caos naquela noite de Natal. O cheiro de peru assado e rabanada tomava conta do ar, misturado com o som das risadas e das conversas altas da família reunida na sala. Eu, como sempre, tava meio na minha, só observando o rolê, com meu boné na cabeça e uma cerveja na mão. Todo mundo tava distraído, trocando presente, tirando foto, e eu aproveitei pra dar uma escapada pro banheiro do corredor, longe da muvuca. Só que o que aconteceu ali dentro ninguém ia imaginar.

Eu sabia que era errado, mas não consegui me segurar. Minha sobrinha, a Larissa, tinha deixado a roupa dela pendurada no banheiro depois de tomar banho mais cedo. Ela tem 19 anos, toda cheia de atitude, com aquele corpo que chama atenção sem nem precisar se esforçar – pele morena, curvas que não dá pra ignorar e um jeito de andar que deixa qualquer um sem fôlego. Eu sempre fui discreto, nunca dei bandeira, mas naquela noite, sei lá, o tesão falou mais alto. Peguei a calcinha dela, uma peça pequena de renda preta, e levei pro nariz. O cheiro doce e quente dela me acertou em cheio, como um soco no estômago. Meu coração disparou, e eu senti o sangue subindo, o pau já endurecendo dentro da calça.

De repente, ouço um barulho na porta. Nem deu tempo de reagir. A porta abre de supetão, e lá tá ela, a Larissa, me encarando com os olhos arregalados. Eu congelei, a calcinha ainda na minha mão, sem saber o que dizer ou fazer. Ela fechou a porta rápido atrás dela e sussurrou, com um tom que misturava surpresa e raiva:

— Tio Mateus, que porra é essa? Tá cheirando minha calcinha?

Eu gaguejei, tentando arrumar uma desculpa, mas nada saía direito. Meu rosto pegava fogo de vergonha, mas, ao mesmo tempo, tinha algo no olhar dela que não era só indignação. Tinha curiosidade ali, talvez até um brilho de provocação. Ela cruzou os braços, empinando o peito sem nem perceber, e continuou:

— Sério, tio? Tá tão carente assim? Ou é só comigo que você faz isso?

Fiquei sem palavras, chapa. Só consegui abaixar a cabeça, ainda segurando a peça na mão como um idiota. Mas aí ela deu um passo pra frente, bem perto de mim, e o cheiro do perfume dela me envolveu. Meu corpo todo reagiu na hora. Ela pegou a calcinha da minha mão devagar, roçando os dedos nos meus de propósito, e falou baixo, quase no meu ouvido:

— Se queria tanto assim, por que não pediu?

Meu cérebro travou. Era como se o mundo tivesse parado por um segundo. Eu sabia que aquilo era loucura, que a gente não podia ir além, mas o jeito que ela me olhava, com aquele sorrisinho de canto de boca, tava me levando à loucura. Respondi sem pensar, com a voz rouca:

— Larissa, para com isso. Você sabe que não dá.

Mas ela não parou. Pelo contrário. Se aproximou mais, encostando o corpo no meu, e eu senti o calor dela através do tecido fino do vestido vermelho que usava. Meus instintos gritaram pra eu empurrar ela pra longe, mas minhas mãos traíram minha cabeça e acabaram na cintura dela, apertando de leve. Ela soltou um suspiro baixinho, e aquilo foi o fim da minha resistência.

— Ninguém vai saber, tio — ela murmurou, enquanto deslizava a mão pelo meu peito, descendo devagar até parar bem na borda da minha calça. — Só dessa vez.

Eu sabia que tava errado, que aquilo ia me ferrar se alguém descobrisse, mas naquele momento eu não conseguia pensar em nada além do desejo que queimava dentro de mim. Puxei ela pra mais perto e beijei aquela boca macia com fome, como se fosse algo que eu queria há anos. E talvez fosse mesmo. A língua dela encontrou a minha numa dança quente, e as mãos dela começaram a desabotoar minha calça com uma pressa que mostrava que ela queria tanto quanto eu.

O banheiro era pequeno, e a gente mal tinha espaço, mas isso só deixava tudo mais intenso. Encostei ela na pia, levantando o vestido dela até revelar as coxas lisas e aquela calcinha nova que ela tinha colocado depois do banho. Meus dedos tremiam quando toquei nela por cima do tecido, sentindo o calor e a umidade que já estavam ali. Ela gemeu baixinho no meu ouvido, pedindo mais, e eu perdi qualquer resto de controle.

Tirei a calça rápido, quase rasgando o zíper no processo, e ela mesma puxou a calcinha pro lado, me guiando pra dentro dela. Quando entrei, foi como se o mundo explodisse. O calor apertado dela me envolveu, e eu tive que morder o lábio pra não soltar um gemido alto que ia chamar atenção lá fora. Comecei devagar, sentindo cada movimento, cada respiração pesada dela contra meu pescoço. Mas logo o ritmo acelerou, e a gente se entregou de vez, esquecendo onde tava, quem era, e tudo que podia dar errado.

A mão dela agarrou meu cabelo por baixo do boné, puxando com força enquanto eu metia mais fundo, sentindo ela tremer contra mim. O barulho dos nossos corpos se chocando ecoava no banheiro pequeno, misturado com os gemidos abafados que a gente tentava segurar. Eu sabia que não ia durar muito – não dava pra aguentar tanto tempo com aquele tesão todo acumulado. E quando ela apertou as pernas ao meu redor e soltou um gemido mais alto, quase gritando meu nome, eu não segurei. Gozei dentro dela, sentindo cada espasmo do corpo dela contra o meu, enquanto tentava recuperar o fôlego.

A gente ficou ali por uns segundos, ofegantes, encostados na pia como se nada mais existisse. Mas então o barulho da festa lá fora voltou aos meus ouvidos, e a realidade caiu como um tijolo. Eu me afastei rápido, subindo a calça enquanto ela arrumava o vestido e tentava disfarçar o rosto corado.

— Isso nunca aconteceu, entendeu? — falei, tentando soar firme, mas minha voz ainda tremia.

Ela só deu um sorrisinho debochado e respondeu:

— Relaxa, tio. Nosso segredinho tá guardado. Por enquanto.

E saiu do banheiro como se nada tivesse rolado, me deixando ali sozinho com o coração na garganta e um peso enorme nas costas. Voltei pra festa fingindo que tava tudo normal, mas toda vez que olhava pra Larissa do outro lado da sala, trocando presentes com os primos, eu sentia um arrepio. Aquela noite de Natal mudou tudo, e eu sabia que aquele “por enquanto” dela era uma promessa de que isso não ia acabar ali.

Avalie este conto

O que você achou dessa história?

Média: 4.5 (2 avaliações)

Comentários (0)

Discussão (0)

Carregando comentários...
Nenhum comentário ainda.
Junte-se a nós

Crie sua conta grátis
e acesse tudo.

Peguei a Calcinha da Sobrinha na Noite de Natal - Conto Erótico | ContosHot | ContosHot