Eu tava exausta naquela tarde de quinta-feira, o calor de rachar na cidade e o ar-condicionado do escritório quebrado. Saí mais cedo do trabalho, precisava de um banho gelado e um copo de água com gelo pra aliviar o peso daquele dia. Cheguei em casa, joguei a bolsa no sofá e ouvi um barulho estranho vindo do banheiro do corredor. Um gemido baixo, quase abafado, mas que fez meu corpo inteiro ficar em alerta. Pensei: “Que porra é essa?”
Meu sobrinho, Lucas, de 17 anos, tava hospedado com a gente fazia uns dias. Filho da irmã do meu marido, ele veio passar um tempo aqui enquanto resolvia umas coisas de vestibular. Meu marido, claro, tava viajando a negócios, como sempre, me deixando sozinha naquela casa grande. Fui pé ante pé até o banheiro, a porta entreaberta, e o que vi me fez parar na hora. Lucas tava lá, de calça abaixada, o cacete duro na mão, batendo uma punheta com uma cara de tesão que eu nunca imaginei ver naquele moleque. O pau dele era grosso, pulsando, e ele gemia baixo enquanto se tocava com força, perdido no próprio mundo.
Meu primeiro impulso foi gritar, mandar ele parar com essa putaria na minha casa. Mas, caralho, alguma coisa dentro de mim travou. Fiquei ali, escondida pela fresta da porta, sentindo um calor subindo entre as pernas. Meus olhos verdes não desgrudavam daquela cena, daquele moleque se entregando ao prazer sem nem imaginar que eu tava ali, assistindo tudo. Meu coração batia forte, minha respiração ficou pesada, e eu sabia que tava errado, mas o tesão falou mais alto. Fazia semanas que meu marido não me tocava, e ver aquele cacete jovem, duro como pedra, me deixou molhada na hora.
Resolvi entrar no jogo. Empurrei a porta devagar, fazendo um barulho de propósito. Ele deu um pulo, tentou cobrir o pau com as mãos, o rosto vermelho de vergonha. “Tia Helena, eu... eu não... por favor, não conta pra ninguém!” A voz dele tremia, mas eu só sorri, encostando no batente da porta com um olhar que deixava claro que eu não tava ali pra brigar.
“Relaxa, Lucas. Não vou contar nada. Mas que putão você é, hein? Fazendo isso na minha casa sem nem trancar a porta...” Minha voz saiu baixa, provocativa, enquanto eu cruzava os braços, deixando meus seios se destacarem na blusa justa que eu usava. Ele gaguejou algo, mas eu continuei. “Sabe, eu voltei mais cedo e peguei você no flagra. Agora, o que eu faço com você?”
Ele baixou os olhos, ainda tentando esconder o cacete que, mesmo com o susto, não amoleceu nem um pouco. Aquilo me deixou ainda mais louca. Dei um passo pra dentro do banheiro, fechei a porta atrás de mim e tranquei. “Olha só, seu tio tá viajando, somos só nós dois aqui. Ninguém precisa saber de nada.” Me aproximei devagar, sentindo o cheiro de suor fresco dele misturado com o vapor do banheiro. “Você quer continuar? Porque eu tô morrendo de vontade de ajudar.”
Lucas me olhou, os olhos arregalados, sem acreditar no que tava ouvindo. Mas antes que ele pudesse falar qualquer coisa, eu me ajoelhei na frente dele, puxando as mãos dele pra longe do pau. “Deixa a tia ver isso direito.” Peguei aquele cacete duro nas mãos, sentindo a pele quente e pulsante contra meus dedos. Ele soltou um gemido rouco, e eu não resisti: passei a língua na cabeça, lambendo devagar, sentindo o gosto salgado. “Que delícia, moleque. Você é bem-dotado, hein?”
“Tia... isso é errado... a gente não pode...” Ele tentou falar, mas o tesão na voz dele entregava que queria continuar. Eu levantei os olhos pra ele, sorrindo safada. “Errado é deixar esse pau gostoso sem cuidado. Relaxa e deixa comigo.” Voltei a chupar, engolindo aquele caralho até onde dava, sentindo ele tocar o fundo da minha garganta. Lucas gemeu alto, as mãos indo pros meus cabelos castanhos, puxando de leve enquanto eu chupava com vontade.
Depois de uns minutos, senti que ele tava quase gozando, então parei, me levantei e tirei a blusa, deixando meus peitos à mostra no sutiã preto. “Não vai gozar tão rápido assim, putão. Quero sentir isso dentro de mim.” Tirei a saia e a calcinha num movimento só, ficando nua na frente dele. A pele morena clara brilhando de suor, os olhos verdes cheios de desejo. Ele parecia hipnotizado, mas o tesão venceu qualquer hesitação. Puxei ele pro chão do banheiro, sentei em cima dele, encaixando aquele cacete na minha boceta molhada.
“Caralho, tia Helena... que gostoso...” Ele gemeu enquanto eu começava a cavalgar, rebolando devagar no começo, depois mais rápido, sentindo cada centímetro daquele pau jovem me preenchendo. “Isso, moleque, fode sua tia gostoso. Mete fundo!” Eu gemia alto, sem me importar com nada além daquele momento. O som dos nossos corpos batendo ecoava no banheiro pequeno, o calor dos nossos corpos misturado com o vapor que ainda pairava no ar.
Mas eu queria mais. Sempre gostei de inversão, de dominar, então saí de cima dele e mandei: “Deita aí de costas. Agora sou eu quem manda.” Ele obedeceu na hora, deitado no chão frio, o pau apontando pro teto. Peguei um lubrificante que guardava no armário do banheiro – sim, eu sou prevenida – e passei no meu cuzinho e no cacete dele. “Você já comeu um cu antes, Lucas?” Ele balançou a cabeça, negando, os olhos brilhando de curiosidade. “Então vai ser sua primeira vez. E vai ser comigo.”
Sentei devagar, sentindo a cabeça daquele pau grosso forçar a entrada no meu cu apertado. Doeu um pouco no começo, mas o tesão era tanto que logo relaxei, descendo até engolir tudo. “Porra, que delícia! Mete devagar agora, vai.” Ele começou a mexer os quadris, estocando com cuidado enquanto eu gemia alto, uma mão no meu clitóris, me masturbando enquanto sentia aquele caralho me arrombando por trás. “Isso, moleque, fode meu cu! Que tesão!”
Não demorou muito pra eu gozar assim, meu corpo tremendo em cima dele, gritando de prazer enquanto sentia meu cu pulsar ao redor do pau dele. Lucas não aguentou muito depois disso. “Tia, vou gozar... porra, vou gozar!” Tirei rápido e me virei, pegando aquele cacete na boca justo a tempo de sentir os jatos quentes de porra enchendo minha garganta. Engoli tudo, lambendo cada gota enquanto olhava nos olhos dele, cheia de satisfação.
Depois disso, ficamos ali no chão por uns minutos, ofegantes, suados, o silêncio só quebrado pelo som das nossas respirações pesadas. Levantei primeiro, pegando uma toalha pra me limpar. “Isso fica entre nós dois, entendeu? Nem uma palavra pro seu tio ou pra qualquer outra pessoa.” Ele assentiu, ainda meio atordoado com o que tinha acabado de acontecer.
Nos dias seguintes, mal nos olhávamos direito na casa. O tesão ainda pairava no ar, mas eu sabia que tínhamos cruzado uma linha perigosa. Meu marido voltou da viagem alguns dias depois, todo sorridente, sem desconfiar de nada. Mas toda vez que olho pro Lucas agora, sinto aquele arrepio entre as pernas. Sei que não vai ser a última vez que vamos ceder a esse desejo proibido. Afinal, quem resiste a um cacete jovem e duro como aquele?

