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Plantão Quente no Vestiário do Hospital
Conto

Plantão Quente no Vestiário do Hospital

GabrielSensual
GabrielSensual
04 de janeiro de 2026
31 visualizações
#voyeurismo
#provocação
#sensualidade
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5 min

O vestiário tava vazio naquela madrugada, o silêncio só quebrado pelo som distante de um monitor cardíaco apitando em algum corredor. Eu tinha acabado de sair de um plantão de 12 horas, o corpo moído, mas a cabeça ainda acelerada. Tirei a camisa suada, sentindo o ar fresco bater na pele morena, e foi aí que ouvi o som de um armário abrindo no canto. Larissa tava lá, de costas, tirando o jaleco com movimentos lentos, quase como se soubesse que eu tava olhando.

— Tá me espionando, Gabriel? — Ela virou o rosto, com aquele sorriso safado que sempre me deixava sem chão. O cabelo castanho tava solto, bagunçado depois de horas preso, e os olhos verdes brilhavam com um misto de cansaço e provocação.

— Só admirando a vista, gostosa — respondi, sem tirar os olhos do rabão dela, marcado pela calça apertada do uniforme. Meu tom saiu mais baixo do que eu esperava, carregado de um desejo que eu tentava segurar fazia semanas. Larissa era o tipo de mulher que mexia comigo sem nem tentar, mas trabalhar junto tornava tudo um campo minado. Um erro, e a gente podia se ferrar feio.

Ela riu, um som rouco que fez meu sangue ferver, e se aproximou, jogando o jaleco no banco. O cheiro dela, uma mistura de sabonete hospitalar com algo doce, invadiu meu espaço. Eu podia sentir o calor do corpo dela, mesmo sem encostar. Meus olhos desceram pro decote da blusa que ela usava por baixo, os peitos redondos quase pulando pra fora enquanto ela se inclinava pra pegar a toalha.

— Cuidado com esse olhar, fotógrafo. Aqui não é teu estúdio pra ficar tirando retratinho mental — disse ela, mas o jeito que mordeu o lábio mostrava que tava gostando da atenção. Meu pau já tava duro só de imaginar o que eu faria com ela ali mesmo, contra os armários.

— E se eu quiser mais do que só olhar? — retruquei, dando um passo à frente. O espaço entre a gente diminuiu, e eu podia jurar que sentia a respiração dela acelerando. Meu coração batia forte, parte por tesão, parte por saber que aquilo era arriscado pra caralho. Se alguém entrasse ali, tava tudo perdido. Mas, puta que pariu, como resistir a essa mulher?

Larissa não recuou. Em vez disso, levantou uma sobrancelha e colocou a mão no meu peito, os dedos frios contrastando com o calor da minha pele. — Você tá brincando com fogo, sabia? Plantão acaba, mas as consequências ficam.

— Então me queima logo, vai — murmurei, segurando a mão dela e puxando-a mais pra perto. O corpo dela colou no meu, macio e quente, e eu não aguentei mais. Minha outra mão foi direto pra cintura dela, apertando firme, enquanto meus lábios roçavam o pescoço dela, sentindo o cheiro da pele. Ela soltou um gemido baixo, quase inaudível, mas o suficiente pra me deixar maluco.

— Gabriel, porra, aqui não… — sussurrou, mas não fez nada pra me afastar. Pelo contrário, inclinou a cabeça pra trás, dando mais espaço pro meu boca explorar. Beijei devagar, mordiscando de leve, enquanto minha mão descia pro rabão dela, apertando com vontade. Cada toque parecia acender uma faísca, e eu sabia que tava perdendo o controle.

— Aqui mesmo, gostosa. Ninguém vai entrar agora — falei, minha voz rouca de tesão. Levantei a blusa dela com pressa, expondo a pele lisa da barriga e subindo até os peitos, ainda presos num sutiã preto básico, mas que deixava tudo ainda mais tentador. Passei os dedos por cima do tecido, sentindo os mamilos durinhos, e ela arqueou as costas, pedindo mais.

— Seu safado… Se alguém pega a gente, eu te mato — disse ela, entre gemidos, enquanto suas mãos desciam pro cós da minha calça. Sentir os dedos dela roçando na minha chapeleta por cima do tecido foi quase demais. Eu tava pulsando, louco pra tirar tudo e meter nela ali mesmo, contra o armário frio.

Puxei o sutiã pra baixo, libertando aqueles peitos perfeitos, e não perdi tempo. Minha boca foi direto num deles, chupando com força, enquanto minha mão brincava com o outro. Larissa gemia mais alto agora, tentando abafar o som, mas falhando miseravelmente. O gosto da pele dela, salgada pelo suor do plantão, misturado com o cheiro doce, tava me levando à loucura.

— Porra, Gabriel, você tá me deixando maluca — ela sussurrou, enfiando as mãos dentro da minha calça e agarrando meu pau com vontade. O toque foi como um choque elétrico, e eu soltei um grunhido baixo, empurrando o quadril contra a mão dela. Tava difícil pensar em qualquer coisa além de foder aquela mulher até nenhum de nós conseguir ficar de pé.

Mas então, no meio do tesão, ouvimos um barulho. Passos no corredor, se aproximando rápido. Meu coração disparou, dessa vez de medo, e Larissa congelou, os olhos arregalados. Puxamos as roupas de volta no lugar em questão de segundos, tentando disfarçar o óbvio. Ela correu pro canto, fingindo mexer no armário, enquanto eu peguei minha toalha e joguei por cima do ombro, como se nada tivesse acontecido.

A porta abriu, e um dos seguranças apareceu, olhando pra gente com uma cara desconfiada. — Tudo bem por aqui? Ouvi uns barulhos.

— Tudo tranquilo, cara. Só pegando minhas coisas antes de ir embora — respondi, forçando um sorriso enquanto meu pau ainda latejava na calça. Larissa murmurou algo sobre estar atrasada e passou por ele, saindo rápido sem olhar pra trás.

O segurança deu uma última olhada suspeita antes de sair, e eu soltei um suspiro pesado, encostando na parede. Porra, quase fomos pegos. Mas, enquanto limpava o suor da testa, só conseguia pensar numa coisa: aquilo não ia ficar assim. Larissa ainda ia ser minha, nem que fosse fora daquele hospital. Peguei minhas coisas, joguei na mochila e saí dali com um sorriso nos lábios. O plantão tinha acabado, mas o jogo com ela tava só começando.

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