Oi, galera, meu nome é Otávio, tenho 44 anos, sou massoterapeuta, e hoje vou contar uma parada que rolou comigo e minha esposa, a Carla, numa casa de swing. Foi a primeira vez que a gente se aventurou nesse rolê, e, cara, foi uma loucura do início ao fim. Então, se prepara que o papo vai ser direto e sem frescura, do jeito que eu gosto de falar.
Eu e a Carla somos casados há 15 anos, sempre fomos abertos a experimentar coisas novas na cama, mas swing era algo que a gente só conversava de leve, meio na zoeira. Até que um dia, depois de umas cervejas, ela virou pra mim e falou: "E aí, amor, topa ir numa casa de swing só pra ver como é? Sem compromisso, só pra sentir o clima." Eu, que não sou bobo nem nada, já topei na hora. Pesquisamos umas casas aqui na cidade, vimos umas avaliações na internet e escolhemos uma que parecia discreta e bem avaliada.
No dia marcado, a gente se arrumou com capricho. Carla colocou um vestidinho preto colado, sem calcinha por baixo, só de sutiã, deixando tudo bem marcado. Eu botei uma camisa polo e uma calça jeans, mas, confesso, já fui preparado: tomei um tadalafila antes de sair de casa, só pra garantir o desempenho, sabe como é. Chegamos na casa de swing por volta das 23h, meio nervosos, mas com aquele tesão de curiosidade. O lugar era bem organizado, tinha um bar, uma pista de dança, e uns corredores que levavam pros quartos. O pessoal nos recebeu bem, explicou as regras – tipo, "não é não", e que tudo tinha que ser consensual – e nos deu um tour rápido.
No começo, ficamos só observando. Tinha casal dançando, outros se pegando nas áreas comuns, e a gente ali, tomando um drink, trocando olhares e rindo de nervoso. Até que um casal se aproximou da gente. Ela era uma japonesa mais velha, devia ter uns 60 anos, mas com um corpo ainda em forma, baixinha, com uma tatuagem de dragão nas costas que aparecia por causa do decote do vestido. Ele era um negão alto, forte, careca, com um sorriso confiante. Se apresentaram como Yumi e Carlos. Yumi logo puxou papo com a Carla, elogiando o vestido dela, enquanto Carlos veio falar comigo, perguntando se era nossa primeira vez. Falei que sim, e ele riu, dizendo que a gente ia curtir, que eles eram habitués ali.
Depois de umas conversas e risadas, Yumi foi direta ao ponto: "Vocês querem ir pro quarto com a gente? Podemos ficar todos juntos, só pra ver como rola." Carla olhou pra mim, eu dei um leve aceno com a cabeça, e ela respondeu: "Vamos, mas sem forçar nada, tá?" Carlos e Yumi toparam na hora, e fomos pros corredores. Escolhemos um quarto grande, com uma cama king size no meio, espelhos nas paredes e uma iluminação vermelha que dava um clima de putaria mesmo.
Chegando lá, sentamos na cama, ainda meio sem jeito. Yumi foi a primeira a quebrar o gelo, tirando o vestido devagar, ficando só de calcinha fio dental preta. O corpo dela era firme, os peitos pequenos, mas durinhos, e a bunda empinada. Carlos tirou a camisa, mostrando o peitoral definido, e a calça, ficando de cueca, já com um volume absurdo marcando. Carla, que não é de ficar pra trás, levantou o vestido até a cintura, mostrando a buceta lisinha, e começou a rir, falando: "Tá, agora é tudo ou nada." Eu tirei minha camisa e calça, ficando só de cueca também, o pau já duro por causa do remédio e da situação toda.
Yumi veio pra cima de mim sem cerimônia, sentando no meu colo e começando a me beijar. O beijo dela era quente, com gosto de uísque, e ela já rebolava no meu pau, que tava pulsando. Do lado, vi Carla de canto de olho, já com as mãos no peito do Carlos, enquanto ele tirava o sutiã dela e chupava os peitos dela com vontade. Yumi sussurrou no meu ouvido: "Eu adoro dar o cu, sabia? Se quiser, é só pedir." Cara, quase gozei só de ouvir isso. Respondi: "Então se prepara, porque eu vou te destruir hoje."
Enquanto isso, Carlos já tinha tirado a cueca, e o pau dele era um monstro, uns 22cm, grosso pra caralho, e Carla tava com uma cara de puta que eu nunca tinha visto. Ela se ajoelhou na cama e começou a chupar ele, tentando engolir o máximo que conseguia, babando tudo, gemendo alto. Eu tava hipnotizado vendo minha esposa assim, mas Yumi me trouxe de volta ao foco, tirando minha cueca e começando a me punhetar com aquelas mãos pequenas e delicadas. O cheiro dela era de perfume doce, misturado com um leve suor, o que me deixou mais louco ainda.
Pedi pra Yumi ficar de quatro, e ela obedeceu na hora, empinando aquela bunda branquinha com a tatuagem do dragão. Peguei um lubrificante que tava na mesinha do quarto, passei no meu pau e no cuzinho dela, que já piscava de tesão. Comecei a forçar a cabeça, devagar, sentindo aquele buraco apertado cedendo. Yumi gemia alto, falando em japonês misturado com português: "Vai, mete mais, seu gostoso, arromba meu cu!" Eu não me fiz de rogado, meti com força, sentindo o calor dela me engolindo. O som da pele batendo, os gemidos dela, o cheiro de sexo no ar, tudo tava me levando à loucura.
Do outro lado da cama, Carlos tinha colocado Carla de quatro também, e tava metendo naquela buceta com uma força que eu nunca tinha visto. O pau dele entrava e saía, brilhando de tão molhado que ela tava, e Carla gritava: "Porra, que rola gostosa, me fode, me fode mais!" O rosto dela era de pura safadeza, os olhos revirando, a boca aberta, babando na cama. Eu nunca tinha visto ela assim, e confesso que me deu um ciúme misturado com tesão, mas o tadalafila tava fazendo efeito, então continuei socando no cu da Yumi sem parar.
Yumi era insaciável, pedia pra eu bater na bunda dela, pra puxar o cabelo, e eu fazia tudo. O cu dela era tão apertado que eu sentia cada pulsada, cada aperto, e o calor tava insuportável. Depois de umas estocadas fortes, senti que ia gozar, avisei ela, e Yumi gritou: "Goza dentro, quero sentir seu leite quente no meu cu!" Não deu outra, explodi lá dentro, enchendo aquele rabo de porra, enquanto ela gemia e tremia, acho que gozando junto comigo. O cheiro da porra misturado com o suor dela era forte, e eu tava ofegante, mas ainda duro por causa do remédio.
Olhei pro lado, e Carlos tinha virado Carla de frente, com as pernas abertas, metendo com tudo enquanto chupava os peitos dela. Carla tava descontrolada, arranhando as costas dele, pedindo mais, até que deu um grito alto e gozou, tremendo toda, o corpo suado brilhando na luz vermelha. Carlos não aguentou e gozou logo depois, tirando o pau e jogando porra na barriga dela, um jato atrás do outro, enquanto ela ria e passava a mão, espalhando tudo.
Depois disso, ficamos os quatro deitados na cama, ofegantes, rindo da loucura que tinha sido. Yumi virou pra mim e disse: "Você é bom, hein, brasileiro. Quero mais na próxima." Carla olhou pra mim com um sorriso safado e falou: "Amor, eu não sabia que ia gostar tanto assim. A rola do Carlos é foda, mas eu ainda prefiro a tua pegada." A gente riu, se limpou com as toalhas que tinham no quarto, e trocamos contatos com Yumi e Carlos antes de ir embora.
Saindo da casa de swing, já de madrugada, eu e Carla fomos pro carro em silêncio, mas com um tesão ainda no ar. No caminho, ela virou pra mim e disse: "A gente vai voltar, né? Porque eu quero mais daquele negão, e você parece que gostou da japonesa safada." Eu só ri e falei: "Pode apostar que sim. Meu pau ainda tá pronto pra mais, e teu cu ainda não entrou na dança." Chegamos em casa e metemos de novo, só pra fechar a noite com chave de ouro.
Foi nossa primeira vez no swing, mas com certeza não vai ser a última. Se tiver mais histórias assim, volto aqui pra contar. O que acham?

