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Uma Noite com a Vizinha Gostosa que Mexeu Comigo
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Uma Noite com a Vizinha Gostosa que Mexeu Comigo

GabrielSensual
GabrielSensual
15 de julho de 2025
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#vizinha
#traição
#sedução
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6 min

E aí, galera, meu nome é Gabriel, tenho 32 anos, e vou contar uma parada que aconteceu comigo há umas semanas e que até agora não sai da minha cabeça. Sou um cara tranquilo, confiante, sempre de boa, mas gosto de uma adrenalina, sabe? De mexer com o perigo, de sentir aquele frio na barriga. E foi exatamente isso que rolou com a vizinha nova do prédio, uma morena daquelas que faz qualquer um perder o juízo. Vou contar tudo, com cada detalhe, porque essa história merece ser compartilhada.

Tudo começou quando a tal vizinha se mudou pro apartamento da frente. Eu moro num prediozinho simples aqui na zona leste de São Paulo, lugar de gente trabalhadora, mas que tem suas histórias. Eu tava na sacada, fumando um cigarro, quando vi a mudança chegando. Uma mulher, uns 28 anos, morena, pele bronzeada, cabelo liso até a cintura, e um rabão que, meu Deus, parecia desenhado. Ela tava de legging preta, marcando tudo, e uma blusinha solta que deixava a barriga de fora. Eu já fiquei de olho, óbvio, sou homem, né? E ela percebeu, deu aquele sorrisinho de canto de boca, sabe, tipo “sei que cê tá olhando”. Já comecei a imaginar mil coisas.

Os dias foram passando, e a gente começou a se cruzar no corredor, no elevador, na garagem. Sempre trocava um “oi” de boa, mas eu sentia aquele clima. Ela tinha um jeito de me olhar, de mexer no cabelo, de passar do meu lado quase roçando que me deixava louco. Eu sou casado, galera, mas meu casamento tá naquela fase meio morna, sabe? Minha mulher é de boa, mas não rola mais aquela paixão de antes. Então, confesso, minha cabeça começou a viajar com a vizinha. Eu queria saber como era aquela xereca, sentir aquele rabão na minha mão, ver se ela era tão safada quanto parecia.

Um dia, tava eu saindo pra comprar uma cerveja no mercado da esquina, e ela tava voltando com umas sacolas. Perguntei se precisava de ajuda, só pra puxar papo, e ela aceitou, com aquele sorriso de novo. Subimos juntos no elevador, e eu não parava de olhar pras curvas dela. Chegando no andar, ela me convidou pra tomar um café, “só pra agradecer”. Meu coração disparou, mas eu mantive a pose, tipo “claro, por que não?”. Entrei no apê dela, e o lugar tava todo organizado, cheirando a perfume doce. Ela foi pra cozinha, e eu sentei no sofá, já imaginando onde isso ia dar.

Enquanto ela fazia o café, a gente conversava sobre besteira, mas o clima tava pegando fogo. Ela se chamava Mariana, trabalhava como personal trainer, por isso o corpo de academia. Cada vez que ela se abaixava pra pegar algo, ou passava por mim, eu via aquele rabão balançando, e meu pau já tava duro só de imaginar. Aí ela veio com o café, sentou do meu lado no sofá, bem pertinho, e começou a falar mais baixo, quase sussurrando. “Cê tá sempre me olhando, né, Gabriel? Eu percebi desde o primeiro dia.” Eu ri, meio sem graça, mas respondi na lata: “E como não olhar, Mariana? Cê é uma gostosa, não tem quem não repare.” Ela riu, jogou o cabelo pro lado, e disse: “Então por que só olha? Não vai fazer nada?”

Cara, naquela hora eu perdi o controle. Larguei a xícara na mesa, cheguei mais perto, e a peguei pelo rosto, beijando ela com vontade. Ela retribuiu na mesma pegada, a língua dela brincando com a minha, as mãos dela já descendo pro meu peito. Eu passei a mão naquele rabão, apertando com força, sentindo aquela carne macia. Ela gemeu baixinho, e eu já tava louco. Tirei a blusa dela, vi aqueles peitos durinhos, com os bicos apontando pra mim, e não resisti, caí de boca, chupando um enquanto apertava o outro. Ela gemia mais alto, puxando meu cabelo, falando “Isso, Gabriel, chupa gostoso, vai”.

A gente foi pro quarto dela, se jogando na cama. Tirei a legging dela, e quando vi aquela xereca, toda lisinha, molhadinha, quase gozei só de olhar. Ela abriu as pernas, me puxou pra perto, e disse “Me come, vai, tô querendo isso desde que te vi”. Não pensei duas vezes, tirei minha roupa num segundo, meu pau já tava pulsando, a chapeleta brilhando de tão duro. Coloquei devagar, sentindo ela me engolir, quente, apertada, uma delícia. Comecei a meter, primeiro devagar, depois mais forte, enquanto ela gemia e arranhava minhas costas. “Caralho, Gabriel, que pau gostoso, mete mais, mete fundo”, ela falava, e eu ia com tudo, batendo naquele rabão, o som das nossas peles se chocando enchendo o quarto.

Mudamos de posição, ela ficou de quatro, empinando aquele rabão pra mim, e eu meti de novo, segurando ela pela cintura, puxando o cabelo dela. Ela gritava de prazer, pedia mais, e eu tava no céu, sentindo aquele caput de fusca roçar em cada canto dela. Depois de um tempo, ela subiu em cima de mim, cavalgando com força, os peitos balançando na minha cara, e eu só pensava “essa mulher é um furacão”. Ela gozou primeiro, tremendo toda, gritando meu nome, e eu não aguentei, gozei dentro, sentindo cada jato, o corpo todo relaxando depois de tanto tesão.

A gente ficou ali, deitados, ofegantes, rindo da loucura que foi. Ela disse que sempre teve vontade de transar com um vizinho, que achava excitante o perigo de ser pega. Eu falei que com ela, qualquer perigo valia a pena. Tomamos banho juntos, ainda rolaram umas pegadas no chuveiro, mas nada tão intenso quanto antes. Depois, voltei pro meu apê, com a cabeça girando, pensando “caralho, que foda foi essa?”.

Até hoje, toda vez que a gente se cruza no corredor, rola aquele olhar, aquele sorrisinho. Minha mulher não sabe de nada, e eu não sei se vai rolar de novo, mas confesso que tô doido pra repetir. Aquela gostosa mexeu comigo de um jeito que eu não esperava, e agora fico só na vontade de sentir aquele rabão de novo na minha mão, de meter naquela xereca que me deixou maluco.

É isso, galera, essa foi minha história. Se rolar mais alguma coisa com a Mariana, prometo que volto aqui pra contar. Tô aberto a comentários, me digam o que acharam, porque essa parada foi insana demais pra guardar só pra mim.

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